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"Onde está Cristo Jesus, aí está a Igreja Católica" S. Inácio de Antioquia (35 - 110 d.C.)
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sexta-feira, 31 de julho de 2020
Alexandre Reis (Ex-protestante de volta à Igreja Católica)
Alexandre Reis, professor de matemática, conta neste vídeo a sua trajetória no cristianismo. Ele foi batizado na Igreja Católica, saiu para a Igreja protestante e, hoje, está de volta à nossa casa, a Igreja Católica Apostólica Romana.
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terça-feira, 26 de maio de 2020
Comparação entre calvinismo e catolicismo
Comparação entre calvinismo e catolicismo
Vou fazer a devida comparação entre catolicismo e calvinista, partindo do esquema da TULIP:TULIP é um acróstico, atribuindo a cada letra um significado, na língua inglesa, como iremos ver: t = total depravity ou total inabilityunconditional election (“eleição incondicional”); l = limited atonement (“expiação limitada”); i = irresistible grace (“graça irresistível”); e p = perseverance of saints (“perseverança dos santos”). Cada um desses cinco artigos ou pontos é representado, assim, por uma letra do pentagrama calvinista (TULIP) e resumem o que há de fundamental em toda a visão calvinista da salvação e da predestinação. (“depravação total” ou “incapacidade total”); u =
O símbolo desse acróstico é uma flor, a tulipa (em inglês, tulip).
t – TOTAL DEPRAVITY – para os calvinistas, a queda do homem afetou a sua natureza no que era essencial, de sorte que a vontade e a inteligência do homem ficaram corrompidas (as potências da alma); no catolicismo, a queda do homem afetou a seus dons sobrenaturais e preternaturais, não poderia teria ter-lhe destruído a natureza, posto que o destruiria naquilo que o distingue como ser humano (ser intelectual, dotado de alma intelectual).
u – UNCONDITIONAL ELECTION – no catolicismo, a predestinação (da graça à glória) é incondicionada, e isso é “de fide”; a reprovação é incondicional e negativa; para os calvinistas, não há a preocupação em ensinar uma reprovação incondicional negativa, posto que geralmente não há a identificação do bem com o ser; nem de Deus como o Ser, na sua essência; logo, o mal assume conotação de “ser”, conjuntamente com o bem (desprezo à metafísica, que é uma ciência, em decorrência da desconfiança do calvinista em relação à razão).
l – LIMITED ATONEMENT para o calvinista, Cristo morreu somente pelos eleitos. Para o católico, Cristo não morreu somente pelos eleitos (isso é “de fide”). Explicação: os batizados recebem a graça da justificação em virtude dos méritos da Paixão de Cristo; nem todos os batizados podem ter certeza de que serão eleitos (a predestinação à graça não é à glória), portanto, Cristo morreu por todos os batizados e não somente pelos eleitos. A doutrina católica não exige como que “de fide” que Cristo tenha morrido por todos os homens, mas o ensino do “Catecismo Romano” é de que assim é quanto à virtude, mas não quanto à eficácia. Por isso, no Missal, se diz “pro multis”.
i – IRRESISTIBLE GRACE – a graça eficaz é admitida pelo catolicismo, mas essa graça excita à cooperação do homem, sendo o livre arbítrio o veículo ou o meio no qual a graça age; no calvinismo, não há diferenças (cf. Confissão de Fé de Westminster, III,1), embora, para muitos, o livre arbítrio seja incapaz de cooperar, por estar inclinado para o mal (Lutero). A distinção entre a graça eficaz e graça suficiente encontra analogia na distinção calvinista entre graça especial e graça comum.
p – PERSEVERANCE OF SAINTS – no catolicismo, o dom da perseverança (em especial, a perseverança final) é sempre um dom gratuito de Deus aos eleitos, a diferença é que os calvinistas acreditam que esse dom seja certamente recebido por todos os justificados.
Tradução e fonte em portugues: https://www.veritatis.com.br/comparacao-entre-calvinismo-e-catolicismo/
Fonte Original em ingles: https://www.catholic.com/magazine/print-edition/a-tiptoe-through-tulip
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terça-feira, 23 de julho de 2019
Conversão do Espiritismo - Rodrigo
Rodrigo nos conta como se deu seu processo de conversão do espiritismo à Santa Igreja Católica.
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quinta-feira, 18 de julho de 2019
Ex-Batista encontra a verdade e volta para a casa - Anderson Fortaleza
Anderson Fortaleza, inspirado pelas palavras do prof. Olavo de Carvalho, buscou a Verdade e a encontrou na Igreja Católica.
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A Igreja Católica é a Igreja verdadeira - Daniel
O jovem Daniel voltou a Igreja através das catequeses do Padre Paulo Ricardo.
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segunda-feira, 15 de julho de 2019
Ex-pastor da Assembleia de Deus volta para Casa
O ex-pastor Lucas nos conta sua história de conversão através da patrística e da legítima interpretação das sagradas escrituras.
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quarta-feira, 26 de junho de 2019
Nossa Senhora me tirou do protestantismo - Karina
Karina nos conta seu testemunho de conversão através de Nossa Senhora.
Fonte: https://youtu.be/KFle_DtZb2k
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Eu era protestante, mas encontrei a Igreja de Cristo - Kimberly
Kimberly nos conta como foi seu processo de retorno à única Igreja de Jesus Cristo.
Fonte : https://youtu.be/R4BNwshdYHY
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quinta-feira, 16 de maio de 2019
Ex-protestante será ordenado sacerdote e agradece EWTN pela sua conversão
Ex-protestante será ordenado sacerdote e agradece EWTN pela sua conversão
Por Mary Rezac
FONTE: https://www.acidigital.com/noticias/ex-protestante-sera-ordenado-sacerdote-e-agradece-ewtn-pela-sua-conversao-30216

O diácono Drake McCallister, sua família e Dom Jeffrey Montforton
Crédito: Foto de cortesia
Por Mary Rezac
FONTE: https://www.acidigital.com/noticias/ex-protestante-sera-ordenado-sacerdote-e-agradece-ewtn-pela-sua-conversao-30216

O diácono Drake McCallister, sua família e Dom Jeffrey Montforton
Crédito: Foto de cortesia
Steubenville, 15 Mai. 19 / 02:30 pm (ACI).- O diácono Drake McCalister, ex-pregador pentecostal, agradeceu a maior rede de televisão católica do mundo, EWTN, assim como sua fundadora, Madre Angélica, por serem imprescindíveis em sua conversão à Igreja Católica e em sua próxima ordenação sacerdotal.
Drake, de 50 anos, casado e pai de cinco filhos, será ordenado sacerdote em 21 de junho de 2019, após quase 10 anos de preparação; quando a idade média de ordenação sacerdotal nos Estados Unidos é 33 anos.
O diácono recebeu uma dispensa de seu bispo, Dom Jeffrey Marc Monforton, da Diocese de Steubenville (Ohio), para ser ordenado sem a obrigação de ser solteiro e de viver o celibato. Casos como este são raros e acontecem com a análise rigorosa do clero, sob certas circunstâncias, como quando alguém, que anteriormente era um ministro anglicano ou episcopal, converte-se ao catolicismo e deseja ser sacerdote.
Em entrevista à CNA - agência em inglês do Grupo ACI - Drake assegurou que Jesus o chamou ao sacerdócio e que esta "não é a primeira vez que pede a ele para fazer algo radical".
Há vinte anos, o diácono era um jovem pentecostal que pedia a orientação de Deus através da oração constante. Naquela época, sentiu o chamado de Deus para dedicar sua vida e começou a se preparar na denominação protestante.
Drake se casou, teve filhos, formou-se em teologia e iniciou um período de 13 anos como ministro pentecostal.
No entanto, em 1999, sentiu-se atraído pela Igreja Católica através do programa Catholic Answers Live da EWTN.
"(Minha conversão) começou através da rádio EWTN, que era minha principal fonte de informação sobre a Igreja Católica, eu realmente não conhecia nenhum católico. Não estava de acordo com toda a teologia, mas os apresentadores eram criativos, evangelizadores, estavam centrados em Cristo, conheciam a sua Bíblia. Nunca tinha encontrado com um católico que tivesse todas estas qualidades”, contou Drake.
O então pastor pentecostal decidiu continuar escutando o programa, não "pelo conteúdo", mas "para descobrir se eram os dois únicos católicos entusiasmados na face da terra".
"Quanto mais escutava, mais eu me sentia atraído pela Igreja Católica. Comecei a fazer minha própria pesquisa, lendo documentos da Igreja, dos Padres da Igreja e dos Papas e Santos".
"Estava menos interessado no que as pessoas tinham a dizer sobre o catolicismo do que o que o catolicismo dizia sobre si mesmo em documentos oficiais e na história da Igreja", contou.
Depois de estudar por cinco anos e conversar seriamente com sua esposa, o casal decidiu ser batizado na Igreja Católica junto com seus filhos em 2004. Drake também atribuiu a sua conversão à Madre Angélica, por ela ter fundado a EWTN.
Pouco depois, mudaram-se para Steubenville, Ohio, e Drake se formou em teologia e catequese pela Universidade Franciscana, onde agora trabalha como coordenador de práticas catequéticas.
Foi somente em 2010 que o pai da família considerou tornar-se membro do clero, quando sua diocese iniciou o primeiro programa de diaconato para diáconos permanentes.
"Quero servir as pessoas da minha paróquia, assim, quando se apresentou a oportunidade de fazer o diaconato, eu me apresentei. Pensei: 'Isso é genial, posso fazê-lo sendo um homem casado'”, explicou.
No entanto, depois afirmou que o Espírito Santo o chamava para fazer algo a mais: "Encorajava-me a dizer que precisava fazer a pergunta se era qualificado para a dispensa do requisito do celibato e assim ter acesso ao sacerdócio”.
Drake explicou que "tais solicitações são consideradas caso a caso".
Mais tarde, quando seu bispo confirmou que uma dispensa poderia ser possível em seu caso, começou seriamente a considerar o sacerdócio e assegurou ao diretor de seu programa de diaconato que seu "único desejo é ser obediente a Jesus Cristo".
"Por isso que deixei tudo”, para “entrar na Igreja Católica, foi o meu amor por Jesus Cristo, e o Senhor está abrindo essa porta e colocando isso no meu coração. Eu não preciso ser um sacerdote como se estivesse cumprindo algum tipo de desejo pessoal, meu desejo é simplesmente ser obediente", contou Drake.
Durante o processo, enquanto recebia a permissão da Santa Sé, orava e discernia, passaram aproximadamente 10 anos de preparação para ser ordenado.
Drake acredita que sua história única e sua história vocacional servirão para ele como futuro sacerdote.
"Eu vejo a vida, o ministério e a Igreja de uma forma diferente, porque tive que lutar com diversas coisas para entrar na Igreja. Uma das formas em que se diferencia é o meu desejo de evangelizar e de alcançar as pessoas nas periferias”, explicou.
Em relação a ser um homem casado, não sabe exatamente como isso afetará o seu ministério, mas planeja aproveitar a vida familiar em suas homilias. Não é comum que os sacerdotes latinos sejam casados, disse, embora tenha observado que outros ritos dentro da Igreja Católica o permitam segundo determinadas circunstâncias.
"Não sou um ativista. Ou seja, eu não estou aqui para defender o fim do celibato no sacerdócio... Eu estou aqui para servir a Cristo e levar as pessoas a Jesus", afirmou.
Quando perguntado sobre o que mais o emociona em seu sacerdócio, Drake respondeu: "Posso dizer tudo? A Missa e a missão. A vida no espírito e a participação na missão, essas são as duas coisas que me interessam e pelas quais estou animado".
VIDEO ABAIXO com testemunho (Legendas ainda em produção)
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sexta-feira, 15 de março de 2019
Scott Hahn - Blasfêmias no café da manhã
Scott Hahn - Blasfêmias no café da manhã
SCOTT HAHN NÃO precisa mais de apresentações, certo? É aquele ex-pastor protestante que se converteu em fervoroso católico mediante o estudo realmente aprofundado das Sagradas Escrituras e hoje é uma das maiores autoridades mundias em Bibliologia. Ele narra a história de sua conversão (e a de sua esposa também protestante) em um livro obrigatório intitulado "Todos os caminhos levam à Roma – O nosso percurso até o catolicismo" (Diel/Cléofas).
Neste divertido vídeo, ele aborda seu debate com um apologeta muçulmano sobre a Trindade. Legendado pelo apostolado "Apologética e Traduções". Imperdível:
Fontes:
https://www.ofielcatolico.com.br/2019/03/scott-hahn-blasfemias-no-cafe-da-manha.html
Video: https://www.youtube.com/watch?v=BfieRcxWzy0
SCOTT HAHN NÃO precisa mais de apresentações, certo? É aquele ex-pastor protestante que se converteu em fervoroso católico mediante o estudo realmente aprofundado das Sagradas Escrituras e hoje é uma das maiores autoridades mundias em Bibliologia. Ele narra a história de sua conversão (e a de sua esposa também protestante) em um livro obrigatório intitulado "Todos os caminhos levam à Roma – O nosso percurso até o catolicismo" (Diel/Cléofas).
Neste divertido vídeo, ele aborda seu debate com um apologeta muçulmano sobre a Trindade. Legendado pelo apostolado "Apologética e Traduções". Imperdível:
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terça-feira, 3 de julho de 2018
Steve Ray : Somos salvos somente pela Fé?
Sabemos que a bíblia não ensina a doutrina protestante da Sola Scriptura. Porém, supondo que ensinasse, será que ela ensinaria a Sola Fide, doutrina protestante que defende a visão de que somos salvos somente pela fé? É o que o ex protestante Steve Ray analisa nesse vídeo!
FONTE: O TRADUTOR CATOLICO
https://otradutorcatolico.wordpress.com/
https://www.instagram.com/otradutorca...
https://twitter.com/otradcatolico
FONTE: O TRADUTOR CATOLICO
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Chersterton
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quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Testemunho João Marcos ex-protestante

Sempre fui cristão. Fui batizado na Igreja Católica quando eu era um bebê. Por volta dos meus 06 anos, eu e minha família fomos para a igreja protestante. Desde então, minha família frequentou inúmeras denominações, quase todas tradicionais, e nunca mais tive contato com o catolicismo.
A Idade das Trevas
Com o advento do Facebook logo me envolvi em discussões com ateus. Não tardou em aparecer o famoso argumento da Idade das Trevas: durante o período de mil anos entre 500-1500 a Igreja Católica oprimiu o Ocidente através do misticismo e da ocultação do conhecimento, além de perseguir oponentes por meio da Inquisição. Isto bastava para comprovar que a religião, especialmente o Cristianismo, está na contramão do progresso, da ciência e da liberdade individual.
Sendo cristão é meu dever conhecer e testemunhar da verdade. Então comecei a estudar a tal Idade das Trevas para verificar se a Igreja foi responsável por tamanha crueldade. Pobre de mim! Descobri que aconteceu exatamente o contrário: num milênio de caos, fragmentação política, invasões de povos selvagens e peste, a Igreja foi a única instituição ocidental a manter-se estável, um verdadeiro porto seguro. O conhecimento da época dos gregos e romanos foi preservado através de muito trabalho dos clérigos católicos, como por exemplo os monges copistas, responsáveis por copiar livros inteiros à mão. Em vez de combater a ciência, a Igreja foi por muitos séculos a única instituição a fomentar o desenvolvimento científico na Europa. Ela foi a criadora das universidades, seus clérigos traduziram muitas obras da época romana e grega, além de permitir que debates acalorados com pensadores de outras culturas acontecessem dentro das suas universidades.
O historiador protestante Phillip Schaff afirma: “Para vergonha das igrejas protestantes, a intolerância religiosa e até a condenação à morte continuaram muito tempo depois da Reforma. Em Genebra esta perniciosa teoria foi posta em prática pelo estado e pela igreja, admitindo até mesmo o uso de tortura e do testemunho de crianças contra seus próprios pais, com a autorização de Calvino. Bullinger, na Segunda Confissão Helvética, anunciou o princípio pelo qual a heresia poderia ser punida como os crimes de assassinato ou traição.”
Para encerrar este assunto, a própria Igreja admitiu os abusos cometidos na Inquisição. Tanto que ela abriu os arquivos da Inquisição a um grupo de 30 historiadores reconhecidos internacionalmente, para que eles investigassem os fatos.
Estudando a Fé
Este estudo sobre o papel essencial da Igreja Católica na Idade Média fez com que eu a admirasse. Mas isso era só o começo.
No início de 2015 decidi então conhecer a fé católica. Se o papel histórico da Igreja Católica na Idade Média foi muito diferente do que me ensinaram, será que a fé católica não me surpreenderia também? Isto eu precisava conferir.
Ao entender isto, fica fácil entender também porque os católicos devotam tantas orações e cerimônias aos santos em geral e à Maria em particular. Eles não acreditam que os santos são deuses e sim que os santos, hoje no Céu, são excelentes intercessores dos simples cristãos que estão aqui. Recomendo ler o que ensina oficialmente a Igreja a respeito de Maria.
Quanto à famosa Inquisição minha surpresa foi ainda maior: aproximadamente 2000 pessoas foram condenadas à morte pelos Tribunais da Inquisição medievais (1231-1400 dC). Durante as inquisições da Espanha e Portugal, as mais violentas, 6000 pessoas morreram nos 500 anos de duração dos tribunais eclesiásticos ibéricos. Considerando a população ibérica e europeia nos níveis da Idade Média (bem baixos, o que aumentará a proporção que mostrarei a seguir, de forma a mostrar ao leitor o “pior caso” da Inquisição), temos que a pior inquisição, a ibérica (de Portugal e Espanha) condenou à morte 17 pessoas a cada 100 mil habitantes, por ano. A inquisição medieval, mais branda, condenou à morte 0,08 pessoa a cada 100 mil habitantes, por ano. Só para comparar, no Brasil 22 a cada 100 mil habitantes morreram em acidentes de trânsito e 2,55 pessoas a cada 100 mil habitantes morreram por afogamento.
Não se trata da tática de justificar um erro apontando o erro dos outros. Tortura é inaceitável sob qualquer ponto de vista. No entanto, devemos ser justos e agir com a mesma rigidez no caso dos morticínios realizados por outros grupos, como os protestantes (veja o caso dos Anabatistas e a caça às bruxas - fenômeno exclusivamente protestante), islâmicos (preciso comentar?) e ateus - durante a Revolução Francesa, que nos ensinam ter sido fundamentada nos princípios de “Igualdade, Liberdade e Fraternidade”, foram mortas 140 mil pessoas em cinco anos. Quer dizer, uma revolução de cunho ateu matou 100 pessoas a cada 100 mil habitantes por ano,matando 05 vezes mais gente do que a pior inquisição (só pra constar, no Brasil morreram 28 pessoas a cada 100 mil habitantes por homicídio em 2013 - a Revolução Francesa matou 03x mais que os criminosos brasileiros).
Escolhi livros que explicassem a fé católica ao público protestante e testemunhos de conversões de protestantes ao catolicismo. Eu li estes: Catholicism for Protestants – Shane Shaetzel, Rome Sweet Home – Scott e Kimberly Hahn (encontrado no Brasil sob o título Todos os Caminhos levam a Roma), Born Fundamentalist. Born Again Catholic – David Currie, e A Fé Explicada – Pe. Leo J. Trese. Todos os conceitos mencionados daqui em diante foram exaustivamente explicados nesses livros.
Da minha experiência pessoal, creio que os principais problemas dos protestantes/evangélicos com o Catolicismo são a veneração dos santos e de Maria. Existem outros pontos de conflito, mas estes dois são os primeiros que surgem à mente do protestante comum.
Naturalmente, estes foram os primeiros problemas que procurei por explicações. Trata-se da Intercessão dos Santos. Por que o católico reza a Maria e aos santos? Isso não é idolatria? Não. O católico não considera a oração uma forma de adoração. Da mesma forma que pedimos oração a outros irmãos da igreja, o católico pede oração a pessoas que viveram vidas extraordinárias aqui e que agora estão vivas no Céu, diante de Deus.
Especificamente no caso de Maria, a mãe de Deus, creio que grande parte do problema protestante se resolva ao compreender como os católicos entendem a Intercessão dos Santos. Só resta acrescentar que ao católico é dogma de fé que Maria é a criatura mais santa dentre todas as criaturas de Deus. Os motivos dela ser assim considerada estão nos documentos da doutrina católica, e o estudo das doutrinas marianas chama-se Mariologia. Temos então o seguinte raciocínio:
1) A oração dos santos é mais eficaz porque eles estão em plena comunhão com Deus, no Céu.
2) Maria é a mais santa dentre todos os santos. Além disso, tem ligação íntima com Cristo, a ligação entre mãe e filho.
3) Logo (aceitas as premissas 01 e 02), é razoável pedir que Maria interceda por mim diante de Cristo.
O último conceito que é útil estudar para entender os católicos neste assunto dos santos é a diferença entre adoração e veneração. Adoração é o culto prestado unicamente a Deus. Assim como na Bíblia, o católico acredita que não existe verdadeira adoração sem oferecimento de sacrifício, que é o que acontece na Missa. O católico só oferece sacrifícios a Deus. Já a veneração é uma forma de prestar homenagem, uma demonstração pública de respeito. Da mesma que homenageamos grandes personalidades políticas, artísticas ou dos negócios, o católico homenageia, dentro do contexto cristão, aqueles que viveram vidas exemplares.
1) Onde a Bíblia diz que eu devo provar alguma coisa pela Bíblia?
2) Por que a minha interpretação da Bíblia (em meu caso, fundamentando a doutrina católica) está errada e a sua correta? Eu também estou me guiando pela Bíblia, nós só discordamos no que ela quer dizer.
3) Talvez você não está compreendendo o signifcado correto da Bíblia. Um exemplo: se eu lhe escrever o seguinte bilhete: “Eu não disse que você roubou dinheiro.” você conseguiria entendê-lo? Parece que sim, mas uma frase de 07 palavras pode ter vários significados. Pode ser que EU não disse que você roubou dinheiro, mas alguém disse. Pode ser que eu não DISSE, mas posso ter escrito ou pensado que você roubou dinheiro. Pode ser que eu não disse que VOCÊ roubou dinheiro, posso ter falado de outra pessoa. Pode ser que eu não disse que você ROUBOU dinheiro, você pode ter perdido ou queimado dinheiro. Pode ser que eu não disse que você roubou DINHEIRO, você pode ter roubado outra coisa. Uma simples frase de 07 palavras tem pelo menos cinco significados diferentes, a depender da ênfase dada a cada palavra. Agora me responda: não é a Bíblia muito mais complicada que uma frase de 07 palavras?
4) O que está em confronto não é o que a Bíblia ensina, mas o que nós interpretamos da Biblia.
5) De onde vieram os livros do Novo Testamento? Como eles foram parar na Bíblia? Quem afirma rejeitar a Tradição porque segue apenas a Bíblia não pode fazer isso, porque foi a própria Tradição católica quem escolheu quais livros pertencem ao Novo Testamento. Em lugar algum a Bíblia diz quais livros fazem parte dela. Então, o simples fato de ser “biblista” só é possível graças à Tradição católica.
Ao contrário do que muitos pensam, a Igreja tem 2 mil anos de idade e já estudou profundamente os Mandamentos de Moisés, em especial os dois primeiros (sobre a idolatria e imagens).
Então, a meu ver, se é ilícito venerar os santos e encomendar-lhes orações, então é muito mais ilícito homenagear qualquer pessoa desta terra, ou pedir que algum irmão ore por mim. Se os santos, que viveram unicamente para Cristo, são indignos de homenagem, quão dignos seremos nós, meros mortais que não conseguem passar 01 dia se sacrificando por Deus?
Alguns dizem que essa veneração aos santos diminui a glória devida a Deus. De forma alguma! Os santos só são lembrados por suas vidas heroicas porque Deus os ajudou com as graças necessárias para tanto. A diferença dos santos e de nós, meros mortais, é que eles responderam ao chamado de Deus de forma mais perfeita. Ou seja, a glória dos santos é a glória de Deus.
Existem muitos bons livros dedicados a explicar a devoção mariana, seu surgimento e desenvolvimento na História e porque ela não é uma forma de idolatria. Recomendo três livros que tratam toda essa questão num único volume: Behold your Mother - Tim Staples (aqui); Mary, Mother of the Son - Mark Shea (aqui) e The Marian Mystery: Outline of a Mariology - Denis Farkasfalvy (aqui). Estes livros demonstram que já nos primeiros séculos de Cristianismo havia devoção à Mãe de Deus.
Do motivo de não continuar protestante
Entender essas práticas católicas serviria apenas para desmistificar minha visão do catolicismo. Eu já começava a ser justo com a Igreja. No entanto, somente quando estudei e refleti sobre 02 assuntos que não costumam ocupar o primeiro lugar na lista de problemas dos evangélicos com os católicos que fiquei numa posição insustentável, levando-me a tomar a decisão sobre minha fé.
O principal fundamento teológico do Protestantismo, isto é, de todas as denominações não-católicas que surgiram a partir do ano 1500 é o Sola Scriptura. Este princípio ensina que “somente a Escritura é a suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; só ela é o árbitro de todas as controvérsias”. É ele que justifica a famosa pergunta dos evangélicos “onde isso está na Bíblia?” Esta é a pergunta que os católicos mais escutam dos protestantes.
O grande problema com o Sola Scriptura é que ele mesmo não é bíblico. Você leu isso mesmo. O princípio que afirma que a Bíblia é a única autoridade em matéria de fé não é bíblico. Não precisa acreditar em mim. Procure na Bíblia. Pergunte a qualquer teólogo protestante em qual parte da Bíblia está o Sola Scriptura. Ele não saberá responder. O que me deixou mais chocado foi descobrir que o Sola Scriptura é simplesmente aceito um axioma, uma ideia que não precisa de provas (é irônico os protestantes acusarem os católicos de dogmáticos quando a base da crença protestante é o dogma sem fundamento). E isso não sou eu quem diz: “Existem evidências internas e externas da inspiração e divina autoridade das Escrituras, mas estes atributos não são passíveis de 'prova'. A única evidência que importa é o “testemunho interno do Espírito” no coração do leitor. Ênfase de Calvino: 'A menos que haja essa certeza [pelo testemunho do Espírito], que é maior e mais forte que qualquer juízo humano, será fútil defender a autoridade da Escritura através de argumentos, ou apoiá-la com o consenso da Igreja, ou fortalecê-la com outros auxílios. A menos que seja posto este fundamento, ela sempre permanecerá incerta' (8.1.71). ”. Ou seja, a “prova” que uma interpretação particular da Bíblia é inspirada por Deus é uma “certeza maior e mais forte que qualquer juízo humano”. Basta se sentir certo para estar certo. Já pensou fazer isso num vestibular?
Tome a seguinte afirmação: “Não existe verdade”. Quando alguém afirma isso já se contradiz, porque essa mesma frase é em si mesma uma verdade. Na verdade, o que a pessoa quis dizer é: “Não existe verdade – exceto esta aqui”. É um princípio arbitrário, afinal, só é verdade porque quem o enuncia diz que é verdade. Um princípio falho em si mesmo não pode ser verdade. É o mesmo problema do Sola Scriptura.
O Sola Scriptura não encontra fundamentação bíblica e também histórica. Os cristãos primitivos, aqueles que viveram nos primeiros 300 anos depois de Cristo, nunca pronunciaram o Sola Scriptura, pelo contrário. Todos acreditavam na necessidade de existir uma autoridade central, outorgada pelo próprio Cristo, para interpretar as Escrituras. Um exemplo famoso (mas não o único) é o de Santo Agostinho: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isso não me levasse a autoridade da Igreja Católica”. Não há nenhum registro dos primeiros cristãos afirmando que as Escrituras são a única e suprema autoridade na fé, e você verá o motivo logo abaixo.
Nos primeiros 300 anos de Cristianismo não existia Bíblia. É isso mesmo. O cânon, o conjunto dos livros cristãos que formaram a Bíblia, só foi definido entre 367-405 dC (curiosamente, até um historiador protestante reconhece estas datas). Durante todo esse período em que não existia uma Bíblia, qual foi a autoridade suprema dos cristãos em matéria de fé? E pior: até a invenção da imprensa em 1455 pouquíssimos livros estavam em circulação, porque eram de difícil produção. Assim, a quem os cristãos podiam recorrer durante 1400 anos, já que poucos deles tinham os meios de acesso às Escrituras?
Além disso, “pelos frutos os conhecereis”: hoje existem milhares de denominações protestantes , e cada uma delas alega possuir a “verdadeira interpretação” das Escrituras. Quem está falando a verdade? Qual é a verdadeira fé e a verdadeira igreja? Qual o modo correto de interpretar a Bíblia? O que vale pra hoje e o que não vale mais?
Para ilustrar a fragilidade do Sola Scriptura, permita-me elencar 05 pontos levantados neste vídeo: https://youtu.be/jUceKg5H8NY
A Bíblia não caiu do Céu. Durante quase 400 anos os cristãos lutaram para reconhecer, aos poucos, os livros inspirados, até que concílios católicos, compostos por bispos católicos, definiram os livros da Bíblia. Foi a autoridade da Igreja que encerrou a discussão sobre os livros inspirados.
Então, para encerrar este assunto, o Sola Scriptura: não é bíblico, não é lógico, não é histórico e teve consequências catastróficas para o Cristianismo. Foi um conceito inventado depois de 1500 anos de Cristianismo. Sendo assim, é no mínimo questão de prudência considerar que a posição católica (de acreditar na autoridade da Bíblia, mas também na da Tradição conservada pela Igreja Católica) é plausível. Não estou pedindo para você se converter, apenas para reconhecer que não é absurdo a Palavra de Deus não se restringir a um livro. Isto é o mínimo que se espera de alguém honesto.
Ademais, o problema do Sola Scriptura é discutido exaustivamente por muitos autores católicos. Vale a pena constatar que o “só vale o que está na Bíblia” não é novo nem surpreende os católicos.
Diante de tudo isso, eu não podia mais aceitar o fundamento do Protestantismo, o Sola Scriptura. A Bíblia sozinha não é suficiente para resolver todos os conflitos da vida cristã. Simplesmente havia coisas demais que eram “deduzidas” (eu prefiro dizer “inventadas”) no calor do momento de uma época. Isso sem mencionar que a Bíblia é uma coleção de livros complexa demais para que um fiel comum, sem condições de estudar grego, latim, hebraico , aramaico, filosofia e teologia, pudesse interpretar de forma mais correta que o corpo de toda a Tradição cristã de 2 mil anos. Seria muita arrogância. Foi nesse momento que eu, pelo menos em consciência, deixei o Protestantismo.
Rome, Sweet Home
Deixar o Protestantismo e todas as denominações protestantes é uma coisa. No entanto, faltava um motivo claro e inegável para eu escolher a Igreja Católica. Este motivo foi a Eucaristia.
A Eucaristia é centro de toda a fé católica. Com muita distância, parece com a “Santa Ceia” dos protestantes, porém muito mais carregada de sentido e importância: o católico acredita que na Eucaristia o pão e o vinho se transformam, milagrosamente, no corpo e no sangue de Cristo. Assim, podemos dizer com razão que o católico “absorve” o próprio Cristo, presente de maneira real na celebração da Eucaristia. Loucura? Canibalismo? Essas acusações não são novas.
No Evangelho de João, capítulo 06, o próprio Cristo profere estas palavras: “Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim.” (João 6:53-57). Logo em seguida, pela primeira vez em seu ministério, Jesus perde discípulos por causa de um ensinamento. Eles consideraram essas palavras de Jesus “muito duras” (vs 60).
A resposta de todo protestante é alegar que Jesus disse essas palavras no sentido figurado, isto é, comer a carne e beber Seu sangue seria um símbolo. O problema com essa versão é que ela faz de Jesus um insensível que gostava de induzir seus seguidores ao erro e à blasfêmia. Explico.
Em todo o Evangelho (nos 04 livros, Mateus, Marcos, Lucas e João) Jesus Cristo fez questão de explicar o significado de suas palavras quando falava por meio de linguagem simbólica, ou em parábolas. Veja no caso do “nascer de novo” a Nicodemos (João 3) e em todas as parábolas (semeador, joio e trigo, videira, talentos, etc). Jesus Cristo, sendo Deus, não pode induzir outros ao erro, ao pecado gravíssimo da blasfêmia. No entanto, justamente no caso da Eucaristia, Ele se calou. O único cenário que justifica Jesus permitir que vários dos seus discípulos O abandonassem é por ter dito exatamente o que Ele quis dizer. Não há forma mais clara de dizer que deveríamos beber Seu sangue e comer Sua carne.
Além da evidência do próprio Cristo, há a evidência histórica: já os primeiros apóstolos, e seus primeiros sucessores, acreditavam que Jesus estava realmente presente no pão e no vinho da Ceia. É por isso que Paulo fez a famosa advertência em 1 Coríntios 11:29: “Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.” É pecado grave participar da Ceia sem discernir ali o corpo de Cristo.
Os protestantes insistem em dizer que a Ceia é apenas um memorial, uma cerimônia para lembrarmos de Cristo, e que consequentemente o pão e o vinho são símbolos de Cristo. No entanto, os primeiros cristãos já igualavam o corpo de Cristo na Cruz ao corpo de Cristo na Eucaristia Tornar o corpo de Cristo na Ceia simbólico é tornar a Crucificação simbólica.
Essas e outras provas a favor da Presença Real de Cristo na Eucaristia estão muito bem explicadas nos livros que eu grifei no meio deste relato.
Sabendo que o Cristo, capaz de sofrer uma morte cheia de torturas por nós, não seria capaz de perder discípulos por causa de uma confusão de palavras, eu não tenho motivos para acreditar em outra coisa que não seja o sentido literal das palavras de Jesus: que precisamos comer Sua carne e beber Seu sangue para ter vida em nós. E conhecendo que na Igreja Católica eu poderei participar do banquete do próprio Cristo, o Noivo, o Cordeiro, e que Ele, Deus encarnado, encontra-se fisicamente presente na Santa Missa, somente o orgulho obstinado poderia servir de motivo para não me render à Igreja Católica Apostólica Romana.
O que mais eu deveria fazer se soubesse que Jesus Cristo está fisicamente presente em algum lugar?
“E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” (Mateus 28:20)
Este é o breve relato dos motivos da minha conversão ao Catolicismo. Não tenho a intenção de torná-lo um tratado religioso ou histórico sobre a fé católica e, por essa razão, não tratei de outros temas de conflito com protestantes. Pra isso existem centenas de (bons) livros, e eu posso indicar alguns ao leitor interessado e honesto, o primeiro deles é o “manual” católico, o Catecismo da Igreja Católica. Por fim, que estas palavras sejam acolhidas em terreno fértil, para que produzam muitos frutos para a glória de Deus, nosso Pai.
Em Cristo Jesus Nosso Senhor,
Olímpia, São Paulo,28.07.2015
***
Atualizei o relato com novas fontes de consulta hoje, 20/11/2015. Enfatizei o Catecismo da Igreja porque ali está a doutrina oficial da Igreja Católica, explicada de forma simples, com muitas referências à Bíblia (!) e aos cristãos primitivos. Se todos consultassem o que a Igreja ensina de verdade muitas dúvidas e acusações não existiriam. Proponho um roteiro de leituras para entender o que ensina a Igreja Católica, e conhecer a “visão do outro lado” diante de tantas acusações (de idolatria até conspiração contra o progresso). Espero que estes livros sejam apenas o início das suas investigações para descobrir qual é a Igreja que Cristo fundou.
Respondendo dúvidas protestantes: As diferenças entre a Igreja Católica e as evangélicas - Jaime Moura (aqui), Em defesa da fé católica nas questões mais difíceis - Alessandro Lima (aqui) e o excelente (foi o primeiro livro sobre a fé católica que eu li) Catholicism for Protestants - Shane Shaetzel (aqui). Neste livro o autor, católico bem no meio do Bible Belt (a região mais protestante dos EUA), responde de maneira curta, organizada e dentro da doutrina católica às dúvidas levantadas pelos protestantes. É um excelente material para começar a remover preconceitos sobre a Igreja.
2.História da Igreja: Coleção História da Igreja - Daniel-Rops (10 volumes, aqui), além dos livros já citados no meio do relato.
3.Testemunhos de convertidos à Igreja Católica: eu sempre achei que só pessoas burras ou desonestas permaneceriam ou se converteriam à Igreja Católica. Estava redondamente enganado. E foi só depois que eu saí do meio é que percebi como a grande maioria dos protestantes ainda pensa isso dos católicos. Espero que estes livros ajudem a desmistificar a noção que têm dos católicos. Porque estes protestantes se tornaram católicos - Jaime Moura (aqui); Todos os caminhos levam a Roma - Scott e Kimberly Hahn (aqui); Surprised by Truth: 11 Converts Give the Biblical and Historical Reasons for Becoming Catholic (aqui); Surprised by Truth 2: 15 Men and Women Give the Biblical and Historical Reasons For Becoming Catholic (aqui); Surprised by Truth 3: 10 More Converts Explain the Biblical and Historical Reasons for Becoming Catholic (aqui), toda a série de autoria do Patrick Madrid; o testemunho brilhante da conversão do Fábio Salgado à Igreja (cheio de dicas de livros, aqui); Lista de 201 ex-protestantes conversos ao Catolicismo (aqui); Todos os membros da Igreja Cristã Maranatha (Detroit) se convertem ao Catolicismo (aqui);. Com esses testemunhos espero que o leitor entenda que pessoas com motivos sérios, fundamentados, e com uma prática de vida piedosa, escolheram a Igreja Católica. Não é uma escolha por conveniência, malícia ou ignorância. Muitas dessas pessoas perderam amigos, familiares e todo seu círculo social de uma vida inteira quando escolheram a fé católica. Todos eram cristãos estudiosos, inteligentes, conhecedores da Bíblia e ativos na vida ministerial das suas igrejas. Se meu exemplo não basta, espero então que o exemplo destes irmãos em Cristo o ajude a perceber que a fé católica não é uma mentira ou tradição de homens.
4.Católicos que mudaram de vida: uma das perguntas que me fizeram é porque é tão difícil ver um católico que muda de vida. Bom, quando estudamos Arquitetura ou Engenharia Civil não começamos pelos prédios que caíram, mas por aqueles que estão firmes até hoje. O mesmo vale para o estudo dos católicos: estuda-se primeiro aqueles que viveram a fé de forma mais perfeita e correta. Estes são os santos. Leia algumas biografias dos santos como: Saints Behaving Badly: The Cutthroats, Crooks, Trollops, Con Men, and Devil-Worshippers Who Became Saints - Thomas Craughwell (aqui); Os Santos que Abalaram o Mundo - Rene Fullop Miler (aqui); Padre Pio - Um Santo entre Nós - Renzo Allegri (aqui); História de uma Alma - autobiografia de Santa Terezinha do Menino Jesus - aqui.
5.Material extra: eu recomendo vivamente o site do Padre Paulo Ricardo como fonte da doutrina oficial católica. Lá estão vários vídeos respondendo dúvidas comuns dos cristãos protestantes, além de aulas e cursos voltados aos católicos, para crescimento em santidade e conhecimento da fé; o site do Veritatis Esplendor e o site do Apologistas Católicos. Entre os apologistas católicos que acompanho, quase todos ex-protestantes, quero destacar dois (os outros você encontrará na lista do Fábio Salgado): Scott Hahn e Dave Armstrong. Leia tudo que puder desses autores. O primeiro tem alguns livros traduzidos (encontrados aqui). O segundo é especialista em demonstrar os fundamentos bíblicos do Catolicismo (veja o site dele). Acho muito interessante seus 150 motivos porque sou católico (estão resumidos, então se você discorda de alguns pontos, busque se aprofundar no assunto - no site dele, em livros, etc).
***
Fonte original testemunho completo com as notas de rodapé: https://docs.google.com/document/d/1zgF8JFtOzalXSjPKqJU2o2TG28aIBUbtDz7swdXsHYk
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terça-feira, 20 de setembro de 2016
A igreja católica e a salvação - Video Catequese
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Testemunho Adrya Rivas - Católicos Voltem para Casa
Testemunho Adrya Rivas
(Católicos Voltem para Casa)
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sexta-feira, 2 de setembro de 2016
O Navio e as Jangadas - Analogia do Steve Ray para ex protestantes conversos ao Catolicismo
O Navio e as Jangadas - Analogia do Steve Ray (ex-batista) para ex protestantes conversos ao Catolicismo
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Conversão de uma Testemunha de Jeová (Video)
Neste video Padre Luis Toro (venezuelano... video em espanhol) mostra, em uma analise bíblica, o erro dessa doutrina das "Testemunhas de Jeová"
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sábado, 20 de agosto de 2016
Uma rápida refutação do "Sola Scriptura" em dez passos
Uma rápida refutação do "Sola Scriptura" em dez passos.
(Dave Armstrong)
1. O "Sola Scriptura" não é ensinado na Bíblia
Os católicos concordam com os protestantes que a Escritura é um "padrão para a verdade" --- até mesmo o mais preeminente ---, mas não em um sentido de que ela exclua a autoridade de uma autêntica Tradição e de uma Igreja. A Bíblia não ensina isso. Os católicos concordam que a Escritura é suficiente materialmente. Em outras palavras, nesta visão, toda doutrina verdadeira pode ser encontrada na Bíblia, mesmo que o seja implicitamente e indiretamente por dedução. Nenhuma passagem bíblica, entretanto, ensina que a Escritura é a autoridade formal ou a norma de fé isoladamente da Igreja e da Tradição. O "Sola Scriptura" não pode sequer ser deduzido de passagens implícitas.
2. A "Palavra de Deus" refere-se ao ensino oral também
"Palavra", na Sagrada Escritura, muitas vezes, refere-se a um ensino oral proclamado por profetas ou por apóstolos. O que os profetas disseram era a Palavra de Deus independentemente de se os seus proferimentos foram registrados mais tarde como Escritura escrita. Assim, por exemplo, lemos em Jeremias:
"Durante vinte e três anos a palavra do Senhor tem vindo a mim [...] E eu a tenho anunciado a vocês, dia após dia [...] Mas vocês não me deram ouvidos [...], declara o Senhor. Portanto, assim diz o Senhor dos Exércitos: 'Visto que vocês não ouviram as minhas palavras [...]" (Jr. 25.3, 7-8 [NVI])
Esta foi a palavra de Deus mesmo que algumas delas não tenham sido registradas por escrito. Ela tinha a mesma autoridade que um escrito enquanto proclamação que nunca foi reduzida à escrita. Isto era verdadeiro também para a pregação apostólica. Quando as frases "Palavra de Deus" ou "Palavra do Senhor" aparecem em Atos e nas epístolas, elas quase sempre se referiam à pregação oral, não à Escritura. Por exemplo:
"[...] ao receberem de nossa parte a palavra de Deus, vocês a aceitaram, não como palavra de homens, mas conforme ela verdadeiramente é, como palavra de Deus [...]" (1 Ts. 2.13).
Se compararmos esta passagem com outra, escrita para a mesma igreja, Paulo parece tomar o ensino oral e a Palavra de Deus como sinônimos:
"[...] nós lhes ordenamos que se afastem de todo irmão que vive ociosamente e não conforme a tradição que vocês receberam de nós." (2 Ts. 3.6).
3. "Tradição" não é uma palavra indecente
Os protestantes, muitas vezes, citam os versículos da Bíblia em que as tradições corruptas dos homens são condenadas (e. g. , Mt. 15.2-6; Mc. 7.8-13; Cl. 2.8). Obviamente, católicos concordam com isso. Não se trata, entretanto, da verdade completa. A verdadeira Tradição apostólica é aprovada positivamente. Esta Tradição está em total harmonia e consistência com a Escritura. Neste sentido, a Escritura é a "juíza última" da Tradição, mas não descarta toda a Tradição e autoridade da Igreja (cf. At. 2.42; 1 Cor. 11.2; 2 Ts. 2.15; 2 Tm. 1.13-14, 2.2)
4. Jesus e Paulo aceitam Tradições escritas ou orais que não estejam registradas na Bíblia
a. A referência a "Ele será chamado Nazareno" não pode ser encontrada no Antigo Testamento, mas foi "dita pelos profetas" (Mt. 2.23). Esta profecia, portanto, que é considerada como sendo "Palavra de Deus", foi transmitida oralmente em vez de ser registrada na Escritura.
b. Em Mateus 23.2-3, Jesus ensina-nos que os escribas e fariseus têm uma legítima autoridade baseada na "cátedra de Moisés", mas esta frase ou idéia não pode ser encontrada em qualquer lugar do Antigo Testamento. Ela é encontrada na (originalmente oral) "Mishnah", que ensina uma espécie de "sucessão de ensino" de Moisés em diante.
c. Em 1 Coríntios 10.4, Paulo refere-se à rocha que "seguia" os judeus ao longo do deserto do Sinai. O Antigo Testamento afirma nada sobre tal movimento miraculoso, mas a tradição rabínica sim.
d. "Como Janes e Jambres opuseram-se a Moisés" (2 Tm. 3.8). Estes dois homens não podem ser encontrados na passagem correlata no Antigo Testamento (cf. Êx. 7:. 8ss) ou em qualquer outro lugar do Antigo Testamento.
5. Os apóstolos exerceram autoridade no Concílio de Jerusalém
No Concílio de Jerusalém (At. 15.6-30), vemos Pedro e Tiago falando com autoridade. Este Concílio profere um pronunciamento autoritativo (mencionando o Espírito Santo) que se tornou obrigatório para todo cristão:
"Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Que se abstenham de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas." (At. 15.28-29).
No próximo capítulo, lemos que Paulo, Timóteo e Silas viajaram "pelas cidades" e a Escritura diz que eles "transmitiam as decisões tomadas pelos apóstolos e presbíteros em Jerusalém, para que fossem obedecidas." (At. 16.4).
6. Fariseus, saduceus e a Tradição oral extrabíblica
O Cristianismo foi derivado de muitas maneiras da tradição farisaica do Judaísmo. Os saduceus, por outro lado, rejeitaram a futura ressurreição da alma, a vida após a morte, as recompensas e retribuições, demônios e anjos e a predestinação. Os saduceus, também, rejeitaram todo ensino oral autoritativo e, essencialmente, criam no "Sola Scriptura". Eles eram os teólogos liberais de seu tempo. Os cristãos fariseus são mencionados em Atos 15.5 e em Filipenses 3.5, mas a Bíblia nunca menciona cristãos saduceus.
Os fariseus, apesar de suas corrupções e excessos, foram a principal tradição judaica e tanto Jesus como Paulo reconhecem isto. Desse modo, nem os judeus ortodoxos do Antigo Testamento e nem a Igreja primitiva foram guiados pelo princípio do "Sola Scriptura".
7. Os judeus do Antigo Testamento não criam no "Sola Scriptura"
Para dar dois exemplos do próprio Antigo Testamento:
a. Esdras, um sacerdote e escriba, estudou a lei judaica e ensinou-a a Israel e a desobediência à sua autoridade significava pena de prisão, exílio, perda de bens e até mesmo a morte (cf. Ed. 7.26).
b. Em Neemias 8.3, Esdras lê a Lei de Moisés para o povo em Jerusalém. No verso 7, encontramos treze levitas que assistiram a Esdras e que ajudaram o povo a compreender a Lei. Muito antes, encontramos levitas exercendo a mesma função (cf. 2 Cr. 17.8-9)
Desse modo, o povo, de fato, compreendia a Lei (cf. Ne. 8.8, 12), mas não sem muita assistência, meramente a ouvindo. Da mesma forma, a Bíblia não é totalmente clara em si mesma, mas requer ajuda de professores que estão mais familiarizados com os estilos bíblicos, com o Hebraico, com os antecedentes, com o contexto, com a exegese, com a referência cruzada entre os livros, com os princípios hermenêuticos, com as línguas originais etc. . O Antigo Testamento, então, ensina-nos acerca de uma Tradição e precisa de intérpretes autoritativos, assim como o Novo Testamento (cf. Mc. 4.33-34; At. 8.30-31; 2 Pe. 1.20, 3.16).
8. Efésios 4 refuta o "texto-prova" protestante
"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra." (2 Tm. 3.16-17).
Esta passagem não ensina a suficiência formal, que exclui um papel de autoridade para a Tradição e a Igreja. Os protestantes extrapolam para o texto algo que não está nele. Se olharmos o contexto geral dessa passagem, podemos ver que Paulo faz referência à Tradição oral três vezes (cf. 2 Tm. 1.13-14, 2.2, 3.14). Para fazermos uso de uma analogia, examinemos uma passagem similar:
"E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo." (Ef. 4.11-15).
Se 2 Timóteo 3 prova a suficiência da Escritura, então, por analogia, Efésios 4, semelhantemente, provaria a suficiência dos pastores e mestres para a produção da perfeição cristã. Em Efésios 4, o crente cristão é equipado, edificado e trazido à unidade e à idade madura, e até mesmo preservado da confusão doutrinária por meio da função de ensino da Igreja. Esta é uma declaração muito mais forte de aperfeiçoamento dos Santos que aquela de 2 Timóteo 3, ainda que não haja qualquer menção da Escritura.
Então, se todos os elementos não escriturísticos são exclusos em 2 Timóteo, então, por analogia, a Escritura, logicamente, teria de estar exclusa em Efésios. É muito mais razoável reconhecer que a ausência de um ou mais elementos na passagem não significa que eles não existem. A Igreja e a Escritura são ambas igualmente necessárias e importantes para o ensino.
9. Paulo, eventualmente, assume que a Tradição que lhe foi transmitida é infalível e autoritativa
"Se alguém desobedecer ao que dizemos nesta carta, marquem-no e não se associem com ele, para que se sinta envergonhado" (2 Ts. 3.14)
"Recomendo-lhes, irmãos, que tomem cuidado com aqueles que causam divisões e colocam obstáculos ao ensino que vocês têm recebido" (Rm. 16.17)
Ele não escreveu sobre "a bastante, em grande parte, amplamente verdadeira, mas não infalível, doutrina que lhes tem sido ensinada.".
10. O "Sola Scriptura" é um posicionamento circular
Quando tudo já está dito e feito, os protestantes aceitam o "Sola Scriptura" como sua regra de fé recorrendo à Bíblia. Se a eles fosse perguntado por que alguém deveria acreditar no ensino da sua denominação em particular em detrimento de outro, cada um apelaria à "clareza do ensino da Bíblia". Muitas vezes, eles agem como se não houvesse qualquer tradição que guiasse a sua interpretação.
Isso se assemelha a pessoas que estivessem em lados diferentes de um debate constitucional em que ambas dissessem: "Bem, nós seguimos aquilo que a Constituição afirma, mas vocês não.". A Constituição dos Estados Unidos, assim como a Bíblia, não é suficiente em si e por si mesma para resolver querelas sobre diferentes interpretações. Juízes e cortes são necessários e os seus decretos são legalmente autoritativos. As decisões da Suprema Corte não podem ser anuladas, a não ser por decisões futuras ou por emendas constitucionais. Em qualquer caso, existe sempre um parecer final que resolve a questão.
O Protestantismo, entretanto, prescinde disso porque ele apela a um princípio logicamente autodestrutivo e a um livro que deve ser interpretado por seres humanos. Obviamente, dadas as divisões no Protestantismo, simplesmente, "ir para a Bíblia" não tem funcionado. Eles podem, eles mesmos, "ir para a Bíblia" apenas e talvez retornar com outra versão doutrinária de alguma doutrina posta em questão para adicionar à sua lista. Ou você acredita que há uma verdade em qualquer disputa teológica dada (seja ela qual for) ou você adota uma posição relativista e indiferente em que contradições são aceitas ou em que a doutrina é tão "secundária" que não importa.
A Bíblia, entretanto, não ensina que existam categorias inteiras de doutrinas que são "secundárias" e que os cristãos podem, livremente, e alegremente, discordar dessa forma. O denominacionalismo e as divisões são vigorosamente condenadas. A única conclusão a que podemos chegar a partir da Bíblia é que aquilo que chamamos de "o tripé que sustenta um banco" --- Bíblia, Igreja e Tradição --- é aquilo que é necessário para que cheguemos à verdade. Se você bater em qualquer uma das pernas de um banco de três pernas, ele colapsa.
[Tradução: Fábio Salgado de Carvalho. Texto original: https://www.catholicculture.org/culture/library/view.cfm?recnum=7185]
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