sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Joseph Fadelle: É descendente direto de Maomé e se fez católico: «Cedo ou tarde vão me matar»



Joseph Fadelle nasceu no Iraque (1964), e seu nome era Mohammed al-Sayyid al-Moussawi. Apesar de ser o herdeiro -o favorito de seu pai- de uma família aristocrata chiita muito influente de seu país, e descendente direto do Profeta, não pôde evitar ter que fazer o serviço militar que o governo de Saddam Hussein obrigava a todos os jovens.

Seriam só uns meses, até que seu pai conseguisse fazer os contatos para libertá-lo de tal dever… Não obstante, algo inesperado o fez mudar por completo seu modo de pensar.

Viver com um cristão

Ao chegar ali, encontrou um companheiro de quarto que era cristão! Tinha que ser u equívoco! Para um bom muçulmano, é impensável nem sequer falar com um seguidor de Cristo, e isto viveria com ele os meses que vinham pela frente: “Se encontrar judeus ou cristãos, não os saúdem -reze um texto autorizado que interpreta o Corão-; se tiver que caminhar com eles, tentem deixar-lhe o pior caminho”.

Querer abraçar o catolicismo

Porém, de verdade são tão maus os cristãos? Por curiosidade começou a perguntar coisas para ele. Massoud -assim se chamava seu companheiro- só lhe disse que lesse com atenção o Corão. E o fez.

Feito isso, um sonho lhe empurrou a desejar com paixão a Comunhão, e as conversas com seu já amigo o levaram a querer abraçar o catolicismo. Pouco depois, Massoud se foi sem deixar rastro…

“Muitos anos mais tarde soube que tinha morrido em um acidente de carro pouco depois de terminar o serviço militar. Que coisas tem a Providência, às vezes! Foi o instrumento que Deus deixou em meu caminho para que me convertesse e morreu recém cumprida sua missão”, afirmou.

-Algo porque você teve -e tem- que pagar um preço; inclusive seus próprios familiares lhe dispararam à queima-roupa…
-Sim, alguns irmãos e meu próprio tio, que tanto eu tinha ajudado, intercedendo por ele diante de meu pai.

-Deixaram-no estirado…
-Não sei quem foi, mas alguém me levou ao hospital e salvou minha vida. Se no tivesse sido por ele… Ainda não sei porque não acabaram a “tarefa” matando-me; não entendo. Suponho que pensavam que tinham conseguido.

-Mas, porém ali estava a bala, metida em seu corpo, e ninguém queria tirá-la…
-Por ser um disparo, tinham que chamar a polícia, e isso significaria, para mim -ilegal na Jordânia- ser devolvido ao Iraque, onde me perseguia minha família. Ali só tinha duas opções: ou voltar a meu passado no Islã, ou ser assassinado: se tinha promulgado uma “fatwa” contra mim… Então do hospital, uns amigos me levaram para casa e, de repente, enquanto víamos o que podíamos fazer, comecei a sangrar … mas a bala já não estava dentro.

-Um milagre?

-Eu não considero assim. Muito mais milagroso me parece quando o pão e o vinho se convertem em Corpo e Sangue de Cristo. Não te parece? O que nos ocorre além disto são coisas que nos acontecem graças a Deus.

-Sim, claro, mas é muito difícil viver como o que aconteceu a você…; não haverá muitas conversões, digo eu.
-Sim, sim: há muitas. Na França, no ano passado se converteram mais de duas mil pessoas. A Internet está ajudando a estas mudanças. Fixa-te que só na Arábia Saudita atualmente existem uns 120 ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo. E ali é pior que no Iraque.

Muitos vivem às escondidas sua fé cristã. Só l0% deles estão batizados… E desses, às vezes nem sequer um consegue sair para explicar sua nova vida. Em muitos casos, pode ser que nem sequer a esposa saiba de sua conversão.

-Então, a única opção é emigrar?
-O certo seria viver a própria fé em teu país porque conheces a mentalidade, a língua, a situação concreta…: é o melhor testemunho. Mas é muito difícil. A mim me encantaria voltar! Sou iraquiano e sei muito bem o que pensam, como são. É um bom terreno para falar da Palavra de Deus. O problema é a “fatwa”, que é uma lei do Aiatolá, a pessoa mais importante dos chiitas no Iraque, que obriga a matar: qualquer um que tenha a possibilidade de fazê-lo, e não o faz, então, é um traidor… Esse é o “único” obstáculo. Todo o mundo ali quer me matar.

-É um infiel e, portanto, tem que matá-lo: diz isso o Corão?
-Muitos versos do Corão dizem que a pessoa que é contra Maomé é como um guerreiro contra o Islã e, portanto, tem que matá-lo. Eu não tenho nada contra os muçulmanos: são pessoas boas, como tu e como eu. Peço-lhes, em conferências, através da Internet, nos meios de comunicação… que investiguem e busquem entender. Agora me sinto responsável de que lhes chegue a mensagem de Jesus e gostaria de ajudar-lhes ára que vissem todas as contradições do Islã: explicá-lo para que reflitam!

- Ninguém o faz?
-Não. É premiado quem ler o Corão. Só ler: com isso já ganha muitos pontos para alcançar o Paraíso: com setenta mulheres e comida do mar. Porém não podes perguntar sobre o que leu e não entendeu. Eu o fiz, e não me quiseram responder. O Corão afirma que não tens direito de perguntar porque muitos dos que fizeram, chegaram a ser infiéis.

-É difícil crer em algo assim.
-Eu me atreveria a assegurar que 99,99% dos muçulmanos, não sabem nada do Islã. Eles são, por tradição familiar e é isto. Mas o resto -os grandes xeiques, os Presidentes, os reis…- se sabem tudo; o problema é que não querem perder o que tem: Poder, dinheiro, negócio…

- A que se devem então reações como as que ocorreram depois do discurso de Bento XVI em Ratisbona ou das caricaturas de Maomé?
-A hora da verdade, há poucos que leram o Corão. Simplesmente escutam o que diz o xeique e confiam nele. Há um jornalista muito importante que foi assassinado faz tempo. Caçaram o assassino e o juiz lhe perguntou: “Conheces esta Pessoa? -Não. – Por que a matou? -Sim. -Por que? -Porque o xeique na mesquita nos aconselhou”. As pessoas escutam, fazem, mas não leem, não investigam. Até o filme de há uns meses que falava sobre Maomé: estou seguro de que a maioria -para não dizer todos- não a viram; mas revolucionaram, porque disse o xeique. ..

-Têm muita força: aqui, um sacerdote disse algo, E muitos não lhe fazem caso…
-A grande diferença entre nós e os muçulmanos é que os cristãos são seres livres porque Jesus nos libertou. O sacerdote nos dá a Comunhão: uma pérola, algo muito valioso. E Jesus é uma pessoa. Os muçulmanos tem muito medo de Deus e do castigo que podem receber se forem maus.

-E você, tem medo do que possa acontecer, a você ou a sua família?
-Medo? Não. Não tenho mais medo. Desde que me batizaram no mais. Cedo ou tarde vão me matar, mas não tenho mais medo. Na França me ameaçaram várias vezes: faz pouco, um menino de 13 anos, porque um xeique o disse. E ele, se me matar, vai para o cárcere, onde estará muito melhor. Tenho sempre as malas preparadas para mudar de cidade quando for necessário. Noutro dia, meu filho me disse: “Fique tranquilo, Papai, há quase treze pessoas no Facebook que se chamam como tu; tens treze oportunidades”. Não tenho que ter medo, portanto, mas sim andar com muita prudência.

-Sabia o que viria por cima quando decidiu se converter?
-A princípio estava muito espantado: como quem encontrou um grande tesouro, eu não pensava muito no que podia me ocorrer no futuro. Por ser o filho predileto de meu Pai, que era chefe de uma tribo muito importante em meu país, ia por todos os lados com muita segurança. Só tinha medo de mim…

Sobreviver a uma “fatwa”

- O que é que mais o impressionou no Evangelho?
-Cada vez que leio a Bíblia descubro muitas coisas bonitas e que me chamam a atenção. O que mais me fez pensar nesse momento foi o Sermão da Montanha: Jesus nos levou ao mais alto com esse sermão. Não foi o cristianismo que me chamou a atenção. Foi Cristo mesmo: foi Ele quem me chamou.

-E o que viu aqui? Há muita incoerência…
-Minha grande preocupação é que a Europa tem que seguir sendo cristã. Corre perigo hoje e, para que siga sendo-o, temos que fazer muito, falar com todo o mundo; precisamos dormir menos -porque dormimos demasiado- e trabalhar mais para Deus. São poucos os que falam de Cristo, mas temos que fazê-lo; não podemos calar.

- O que o mantém tão firme?
-É Deus quem me ajuda aguentar. Não sou Superman nem ninguém especial. Sou normal.

-Mas já lhe meteram numa mala como se fosse um pacote, esteve um ano longo na prisão, suportou torturas e todo tipo de vexações…
-Sim, é verdade, mas isso me confirmava mais que eu estava certo: Jesus prometeu no Evangelho perseguição, maus tratos… e era o que estava me ocorrendo, não? Quando de verdade me dei conta de que o Senhor nunca me havia deixado só foi depois de um ano e quatro meses preso, quando rezei especialmente para que me permitisse sair dali. Esse dia, me chamaram por meu número -é o que és, não uma pessoa com nome- e me tiraram. Sem dizer nada mais. Nem juízo, nem castigo. Nada.

-Por que não lhe mataram? Tinha a “fatwa”, não?
-Sim, mas não sei porque não me mataram. Suponho que meu pai deve ter pensado que o medo me faria mudar.

- O que fez então?
-Estava completamente bloqueado sem saber para onde seguir. Havia passado quase um ano e meio e me deixaram no meio do nada, me dizendo: “Corre”. Mas queria saber o que havia sido de minha mulher e meus dois filhos.

Decidi voltar, com medo, sem saber muito bem a quem socorrer-me. E… me receberam como filho Pródigo! Não podia ser! Em todo esse tempo, com o poder e a influência que tinha meu pai, não podia ter pedido minha libertação? Claro que sim, mas não quis! Para eles era uma vergonha dizer que estava preso por causa de minha conversão: a versão “oficial” foi que me tinham prendido por motivos políticos e por isso me receberam celebrando minha volta ao lar. Mas isso entendi depois, vendo como controlavam todos meus movimentos, e falando com minha mulher.

-Ela, é tão corajosa como você?
-Sua fé cristã é muito mais forte que a minha. Ambos somos conscientes de que a Comunhão e as orações são como a gasolina, a energia que faz andar o motor do carro e que, quem não o faz, vive graças às orações das pessoas que rezam… Tampouco tem medo desde o batismo, mas, para isso, tivemos que esperar treze anos desde nossa conversão.

-Por que tanto tempo?
-Vivíamos nosso cristianismo às escondidas e quase completamente sós. Os sacerdotes nos fechavam as portas: só o fato de acolher um islâmico podia ser causa para que matassem milhares de cristãos e destruíssem igrejas. Então me doía muito que nos fizessem isto. Desejava ardentemente receber a Eucaristia, mas não podia ser… Hoje, em seu lugar, eu teria feito o mesmo, mas naquele momento não entendia porque olhava debaixo de meus pés; eles olhavam muito mais além. No entanto, não desistimos e finalmente pudemos ser batizados no país vizinho, onde nos escondemos e nos acolheram santamente alguns cristãos.

Correndo entre balas

-Foi então quando o encontraram seus irmãos…
-Sim. Estávamos há seis meses na Jordânia e havíamos decidido ficar, procurando esquecer o passado. Confiei, depois de tanto tempo escondido, ia só pela rua: queria comprar algo para minha filha. Disseram que queriam falar comigo e que subisse no carro. Eu subi. Levaram-me até um lugar da estrada onde não tinha ninguém. Disseram que meu pai queria que voltasse vivo… ou morto! Prometeram voltar às riquezas de antes, bem estar, terras… E eu lhes disse que me tinha me batizado fazia pouco tempo. Não entendiam nada. Meu tio era quem mais me ameaçava. Então, algo me disse que corresse… Eu o fiz, entre as balas que iam roçando meu corpo. No final, uma entrou na perna, e caí desmaiado na vala. Não lembro mais…

-Parece que Deus o protegeu bastante; como São João, terá uma missão…
-Cada um de nós tem uma missão. Massoud me mostrou o Evangelho. Eu sigo buscando qual é minha missão e quero falar da Palavra aos demais, para minha familia. Certa vez, meu filho pequeno me pediu o telefone de Jesus. Ele pede aos convidados, aos amigos… Por isso, se alguém o tem… Cristo é hoje parte de nossas vidas, e eu lhe agradeço.

“A força do perdão”

Apesar do que ocorreu em sua vida, Joseph Fadelle não guarda rancor. Ao contrário: “Rezo muito por meu pai, por meus irmãos e familiares e por todos os muçulmanos. Seguramente minha família chegará ao Céu graças a minha fé”.
Desde sua última “conversa”, em uma estrada solitária da Jordânia, não voltou a falar mais que rapidamente com algum. Um deles, um dos que também o ameaçaram no dia que o alcançou uma bala -precisamente desde esse dia- deixou de rezar como muçulmano; “mas não conseguiu saber nada mais dele. Sim com outro, que me disse: ´com um problema temos já o suficiente; não queremos, mais desgraças”´. Culpam a morte do pai -pouco depois de sua fuga- a sua conversão, ao desgosto que lhe deu o filho preferido, que ia ser o herdeiro, abandonou o barco. Mas Joseph, ama a sua família e ama a sua pátria.

Voltaria ao lraque se não fosse porque ali não pode ser cristão. E voltaria para ajudá-los e explicar-lhes os motivos de sua conversão. Mas não pode. É muito consciente das injustiças que cometeram e da grande dor que lhe causaram, mas perdoa…
“O cristianismo fala de perdoar e isso, a princípio, foi muito difícil para mim, muito difícil entendê-lo: fui torturado, fui quase crivado, tratado como escória… Sabia que tinha que perdoar, mas não era nada fácil. Durante muito tempo eu pedi orações para muita gente para que eu soubesse fazê-lo e agora, graças a Deus, não tenho mais nada contra ninguém”. Foi o que aprendi no Sermão da Montanha. Saber que Ele não lhe abandona.

Fonte: http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=30289
Traduçao do site: http://eisquevenhofazeravossavontade.wordpress.com/2013/08/09/joseph-fadelle-e-descendente-direto-de-maome-e-se-fez-catolico-cedo-ou-tarde-vao-me-matar/

Ainda sobre o sofrimento dos cristãos documentário abaixo sobre isso veja o post:

A Igreja que Sofre - Reportagem da CTV



A Igreja que Sofre - Reportagem da CTV com Dublagem Pascom Lapa - 10/01/2014 - As perseguições contra os cristãos aumentaram no ano passado, de acordo com o índice mundial de perseguição 2014, uma classificação anual dos 50 países mais afetados pelo problema da associação "Portas Abertas França".

O diretor da associação, Michel Varton, afirmou que actos de violência, pressões, proibições ou discriminações associadas a uma religião são contabilizados como "perseguição", de acordo com a agência noticiosa francesa.

Pelo 12.º ano consecutivo, a Coreia do Norte continua a ocupar o primeiro lugar, como país onde ser cristão é mais perigoso e precário. No segundo lugar, encontra-se a Somália, onde tribos e clãs muçulmanos matam "quase todos os cristãos que encontram", disse Varton, em conferência de imprensa na quarta-feira.

Em outros países, os cristãos estão sujeitos a pressões hostis como no Afeganistão, Maldivas, Arábia Saudita, Iémen, Irão, Líbia, Uzbequistão e Qatar.

"Em 36 dos 50 países analisados, o islamismo é o principal responsável pelas perseguições movidas contra cristãos", sublinhou Michel Varton, destacando como uma das regiões mais violentamente atingidas são atualmente os países da cintura do Sahel.

"Eu sou um morto-vivo", declarou Joseph Fadelle, muçulmano iraquiano convertido ao cristianismo em 1987, batizado em 2000. Condenado à morte pela família e por um decreto religioso ("fatwa") por esta "traição", vive em França, sob proteção.

Autor de uma obra sobre o seu percurso, Joseph Fadelle, convidado a dar um testemunho nesta conferência de imprensa, afirmou: "O problema não são os muçulmanos (...), mas o Islão e o Alcorão. Aqui encontro o roubo, a violação, a mentira e este versículo: 'mata a pessoa que não está de acordo contigo'".

Em relação a homicídios, "é a Síria, palco de uma guerra civil, que detém o triste recorde do número de cristãos assassinados (1.213)", o que a levou do 11.º ao terceiro lugar da classificação, disse Varton.

O aumento das perseguições contra os cristãos é mais evidente nos Estados ditos "em falência", que já não são capazes de assumir plenamente o seu papel: Somália, Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão, Iémen e, atualmente, a República Centro-Africana.

O Paquistão conheceu "o pior ataque contra os cristãos desde que foi criado em 1947", com um duplo atentado suicida à saída da igreja católica de Todos-os-Santos, em Peshawar, onde 89 fiéis foram mortos a 22 de Setembro passado.

No Egipto, 167 atos violentos foram contabilizados e mais de 492 tentativas de encerramentos de igrejas ou edifícios anexos, indicou também o índice das "Portas Abertas".
Os dez países onde os cristãos sofreram mais violências foram, por ordem, a República Centro-Africana, Síria, Paquistão, Egito, Iraque, Birmânia, Nigéria, Colômbia, Eritreia e o Sudão.

Associação apolítica de origem protestante, criada em 1976, a "Portas Abertas França" realiza este índice desde 1997, a partir de questionários enviados aos seus representantes de 22 gabinetes, que trabalham em 60 países.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Castidade = Deus quer e voce consegue! Testado e aprovado :)

Amor não é algo seguro, mas Deus refez Crystalina Evert (lindo video e testemunho ainda nao tem legendas em portugues mas acredito que todos consigam entender em espanhol) vale muito a pena 5 minutos....

aproveitando um testemunhos nos comentário do video me impressionou depois vou traduzir aqui!!

Tradução de um dos testemunhos do video:

"Eu vi o programa de tv na EWTN chamado Vida sobre a Rocha (Life on the Rock) alguns poucos anos atrás e me lembro de uma estória que você contou sobre uma garota em uma de suas palestras nas escolas de ensino médio que prometera se guardar totalmente para o dia de seu casamento; que ela decidiu comprar 2 velas para acende-las somente no dia de seu casamento. Isso me inspirou e eu tinha 16 anos naquele tempo e hoje com 24 anos eu decidi também fazer uma promessa e guardar a minha virgindade para minha futura esposa. Ela no seu testemunho decidira comprar 2 velas eu porém decidi fazer uma promessa de guardar minha virgindade para ela, minha futura esposa, em forma de um poema. Eu também escrevi todas as qualidade da minha futura noiva, coloquei a data e local e então selei a carta. Coloquei a carta dentro de uma caixa de madeira junto com 2 velas. O plano é dar esta caixa para minha futura noiva na noite de nosso casamento (uma das velas é supostamente para mim). Como eu disse, hoje tenho 24 anos e tem sido difícil, muito difícil a jornada até aqui mas eu pretendo manter esta promessa para minha futura esposa. Penso que este seja a forma de ama-la mesmo antes de conhece-la. onde quer que ela esteja, e do jeito que ela for. Esta promessa esta bem perto do meu coração. Muito Obrigado, Crystalina e Jason" por Groud Frank

... agora se você pensou: isso não é possível, bom eu e minha esposa conseguimos com a graça de Deus e espero que você também de este passo na fé, foi desta decisão que fizemos juntos que depois de tantas coisas que passamos nestes 10 anos de casados posso dizer, CASTIDADE é uma decisão que forma um casal, mantem o seu Amor e blinda seu casamento, porque foi baseado em fé, coragem e muitas lagrimas e muitas, mais muito mais alegrias.

Neste video abaixo noiva tambem fez a mesma promessa na escola ainda e entrega sua promessa ao noivo no dia seu casamento:

assim como no testemunho da Crystalina, sempre é tempo de recomeçar, e pedir que o Senhor nos faça novos, puros novamente, viva sua fé hoje, viva a Castidade antes e durante seu casamento seja casto por ter uma só esposa e a mesma fé em Cristo renove com ela as mesmas promessas do altar juntos a cada noite e a cada gesto de amor.

Paz e Bem!

Cezar Martins Fiorio

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Presidente da Sociedade Teológica Evangélica retorna à Igreja Católica.

Presidente da Sociedade Teológica Evangélica retorna à Igreja Católica.



Francis Beckwith renunciou esta semana a seu cargo de Presidente da Sociedade Teológica Evangélica (ETS). O motivo: retornou à Igreja Católica onde cresceu e que abandonou para abraçar o protestantismo.

Conforme sustenta em um blog, “não acredito que seja possível que a ETS conduza seu negócio e seus assuntos de forma que impulsione o Evangelho de Cristo, enquanto eu seja seu presidente. Por isso, desde em 5 de maio renuncio ao cargo de presidente da ETS e membro de seu comitê executivo”.

Beckwith relata que começou sua volta à fé em que cresceu, quando decidiu ler a alguns bispos e teólogos dos primeiros séculos da Igreja. “Em janeiro, por sugestão de um amigo querido, comecei a ler aos Padres da Igreja assim como alguns trabalhos mais sofisticados sobre a justificação em autores católicos. Comecei a convencer-me que a Igreja primitiva é mais católica que protestante e que a visão católica da justificação, corretamente compreendida, é bíblica e historicamente defensável”.

O perito estava disposto a retornar à Igreja Católica quando terminasse seu serviço como presidente em novembro do próximo ano. Entretanto, seu sobrinho de 16 anos pediu para ser seu padrinho de confirmação no próximo dia 13 de maio e por isso reconsiderou sua decisão.

Segundo Beckwith, “não podia dizer ‘não’ a meu sobrinho querido, que credita na renovação de sua fé em Cristo a nossas conversas e correspondência. Mas para fazê-lo, devo estar em total comunhão com a Igreja. Por isso, em 28 de abril passado recebi o sacramento da Confissão”.

Beckwith espera que sua partida permita à Sociedade Teológica Evangélica estudar a tradição da Igreja em uma forma que não seria possível com ele de presidente.

“Há uma conversa que deve realizar-se na ETS, uma conversa sobre a relação entre Evangelismo e o que se chama ‘Grande Tradição’, uma tradição da qual todos os cristãos podem traçar sua paternidade espiritual e eclesiástica. É uma conversação que eu recebo com agrado, e na espero ser participante. Mas minha presença na ETS como presidente, concluí, diminui as possibilidades de que ocorra esta conversa. Só exacerbaria a desunião entre cristãos que precisa ser remediada”.

O ex-presidente também enfatizou seu agradecimento a ETS. “Sua tenaz defesa e prática da ortodoxia cristã é que sustentou e nutriu a quem tenho encontrado nosso caminho de volta à Igreja de nossa juventude”.

Fonte"http://blog.comshalom.org/carmadelio/38626-presidente-da-sociedade-teologica-evangelica-retorna-igreja-catolica

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Jovem protestante que exibiu cartaz de acolhimento ao Papa Francisco na JMJ se converte à Fé Católica



Video abaixo com seu testemunho:

“Após um longo período de reflexão sobre minha vida e a vida da Igreja de Cristo aqui na terra, descobri a minha verdadeira Casa, minha verdadeira vocação”. Com essas palavras o jovem carioca Eduardo da Silva Campos, 19 anos, atualizou o ’status’ da sua religião para Católico Apostólico Romano no dia 03 de Dezembro de 2013.

O gesto de Eduardo aconteceu 135 dias após ter emocionado o mundo quando apareceu segurando um cartaz de acolhimento ao Papa Francisco durante a Missa de Envio da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, em julho. Dizia a peça : “SANTO PADRE, SOU EVANGÉLICO MÁS EU TE AMO!! ORE POR MIM E PELO BRASIL! TUS ÉS PEDRO…”

Eduardo nasceu em uma família protestante, cresceu junto à Mocidade da Assembleia de Deus de sua cidade, umas das mais fortes denominações do meio evangélico. Assim como milhares de jovens, Eduardo sentiu o desejo de participar da JMJ RIO2013.

O encontro dos jovens com o Papa fez o jovem perceber a juventude da Igreja Católica, mesmo depois de 2000 anos de fundação. Foi nas areias de Copacabana que ele teve uma experiência forte com o amor de Deus, junto aos mais de 3 milhões de jovens, reconhecendo que existia um só Senhor, uma só fé, um só batismo.

Desde o mês de Julho, Eduardo aprofundou o discernimento que culminou em sua conversão à Fé Católica. O próximo passo de Eduardo é a preparação para receber os Sacramentos do Batismo, Eucaristia e Crisma e assim com o seu testemunho resgatar mais almas para o seio da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.

A história de Eduardo é apenas uma entre tantas de jovens e famílias que redescobrem a beleza da Fé Católica e retornam para sua prática.

Fonte: http://blog.opovo.com.br/ancoradouro/



ATUALIZADO
10.06.2014
Eduardo Campos, o jovem evangélico que surpreendeu todos na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), quando exibiu um cartaz no qual dizia ao Papa Francisco que o amava e lhe pedia que rezasse por ele e pelo Brasil, converteu-se ao catolicismo. No último domingo, festa de Pentecostes, ele recebeu o Batismo e a Primeira Comunhão.

Eduardo tem 19 anos e ficou conhecido em julho de 2013, quando apareceu na televisão com um cartaz que dizia: “Santo Padre, sou evangélico, mas eu te amo!! Ore por mim e pelo Brasil! Tu és Pedro”.

Depois dos intensos dias da JMJ, na qual mais de três milhões de jovens acompanharam o Santo Padre no Rio de Janeiro, Eduardo iniciou seu processo de conversão e, em dezembro, tomou a decisão de converter-se à fé católica.

No domingo passado, quase um ano após a JMJ, o jovem recebeu o Batismo e a Primeira Comunhão, acompanhado dos seus familiares e amigos, na Igreja Nossa Senhora da Conceição, em Santa Cruz (RJ).

Sobre sua conversão, Eduardo conversou com o blog FabianoMartaTobias, no qual relata que, durante a JMJ, “O sentimento de felicidade me contagiou! A unidade da Igreja nos revela sua missão, de onde Ela vem e para onde Ela vai e quem Ela é”.

Após comentar que a renúncia de Bento XVI o questionou fortemente, meses antes da JMJ do Rio, o jovem contou que pede a Deus “que Ele me ilumine e mostre minha vocação, seja qual for. Eis-me aqui Senhor, fazei segundo a vossa vontade! Sou um humilde e simples operário na vinha do Senhor”.

Eduardo incentiva os católicos a estudar o Catecismo da Igreja, que “é fundada numa rocha inabalável. Cristo, Seu fundador permanece com Ela até hoje e permanecerá com Ela para sempre!”.

Ele também conta que está economizando dinheiro para ir à próxima JMJ, que será em Cracóvia (Polônia) em 2016, e convida os jovens a continuarem “firmes e fortes na Fé Católica. Estudem sempre sobre nossa Igreja. Conheça a vida dos Santos e Santas, dos mártires, dos doutores da Igreja. Conheça mais sobre a Cristandade, sobre as Sagradas Escrituras, sobre a Sagrada Tradição, sobre a Santa Missa. Façam o ide de Jesus que é de ‘fazer discípulos em todas as nações’”.

(Artigo publicado originalmente por Aciprensa)
FONTE: http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/artigo/jovem-famoso-pelo-seu-cartaz-na-jmj-se-converte-ao-catolicismo-6357021175578624

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O INCRÍVEL MILAGRE DE PADRE PIO QUE LEVOU À CONVERSÃO UMA PARÓQUIA ORTODOXA INTEIRA





Por intercessão de Padre Pio a mãe de um sacerdote ortodoxo da Romênia ficou curada de um câncer terminal. Depois deste milagre toda a paróquia se converteu ao catolicismo. A obra do santo de Pietrelcina mudou tanto as suas vidas que apesar das dificuldades construíram uma Igreja dedicada ao santo e um hospital para os doentes em fase terminal.

O Padre Pio continua intercedendo por todo o mundo e, lá do Céu, continua fazendo milagres de todo o tipo. Existem inúmeros testemunhos conhecidos sobre o santo de Pietrelcina por todo o mundo, alguns deles recolhidos no livro “Padre Pio”, de José Maria Zavala.

No entanto, no caso da família Tudor não proporcionou apenas um milagre físico, mas uma conversão de centenas de pessoas ao catolicismo e o sonho de fazer uma pequena San Giovanni Rotondo no interior da Romênia, um país com um arraigado passado comunista e de maioria ortodoxa.

VICTOR, UM SACERDOTE ORTODOXO

Victor Tudor era um sacerdote ortodoxo romeno que não conhecia o Padre Pio e que depois da cura milagrosa de sua mãe que tinha uma doença incurável passou, junto com toda a paróquia, à Igreja Católica. Mas, além disso, decidiu ir além e conseguiu construir, apesar de mil dificuldades, uma Igreja dedicada ao santo capuchinho, bem como um hospital para os doentes em fase terminal.

Esta história teve início em 2002 quando diagnosticaram em Lucrécia, mãe de Victor, um câncer no Pulmão. Os médicos disseram que não era operável, pois havia metástase, por isso, deram a ela apenas alguns meses de vida.

A VIAGEM DE LUCRÉCIA À ITÁLIA

Diante desta situação, o padre Victor contatou seu irmão Mariano, pintor especializado em iconografia e que vivia em Roma. Com isto, esperava que pudesse conhecer algum médico que tratasse de sua mãe na Itália. Finalmente, pôde chegar a contatar-se com um dos melhores médicos do mundo em sua especialidade e este lhe disse que estudaria o caso se sua mãe fosse a Roma.

Dito e feito. Lucrécia chegou enferma à Itália. O médico a viu e igualmente lhe falou que a operação era inútil e que só poderia intervir com alguns remédios para aliviar as terríveis dores.

A mãe ficou um tempo com seu filho em Roma para que assim pudesse fazer mais exames. Enquanto isso, Mariano trabalhava fazendo um mosaico numa Igreja e levava a sua mãe consigo. Enquanto ele trabalhava Lucrécia visitava o templo e via as imagens.

A DESCOBERTA DO PE. PIO



Uma imagem lhe chamou muito a atenção. Estava situada num canto da Igreja. Era o Padre Pio. A mulher ficou impressionada e perguntou ao seu filho quem era. Este lhe contou brevemente sua história e durante os dias seguintes o filho percebeu que sua mãe estava constantemente sentada à frente da imagem do santo de Pietrelcina. Falava com a escultura como se estivesse falando com uma pessoa.

Assim, passaram os dias. Duas semanas depois, Lucrécia e seu filho Mariano correram ao hospital para realizar um exame. Mas, para a surpresa e espanto dos médicos e deles mesmos, o câncer terminal que sofria esta mulher Romena havia desaparecido completamente.

Esta mulher ortodoxa havia pedido a intercessão do Padre Pio e este respondeu. Este feito percorreu toda a família começando por seu filho Victor, sacerdote ortodoxo. “A cura milagrosa de minha mãe realizada pelo Padre Pio em favor de uma mulher ortodoxa me chamou a atenção”, reconhecia, então, este sacerdote romeno.

A COMOÇÃO NA PARÓQUIA

Este personagem até então desconhecido para ele o deixou fascinado. Começou a ler a vida do Padre Pio e algo nele começou a mudar. Contou sobre o milagre de sua mãe a seus paroquianos e todos ficaram admirados, pois a mãe de Victor era bem conhecida por eles. “Todos conheciam a minha mãe e sabiam que havia ido à Itália para tentar uma intervenção cirúrgica, e que logo voltou para casa curada, sem que nenhum médico a tivesse operado”.

Este milagre transformou não só a família Tudor, mas toda a comunidade ortodoxa. Conta o padre Victor que pouco a pouco a sua paróquia começou a conhecer e a amar o Padre Pio. “Líamos tudo aquilo que encontrávamos sobre ele e sua santidade nos conquistava”.

A CONVERSÃO AO CATOLICISMO

A coisa ia mais adiante e outros enfermos da paróquia também receberam graças extraordinárias do Padre Pio. Não obstante, começava a surgir um problema nesta comunidade, pois continuavam sendo ortodoxos e eram devotos de um santo católico contemporâneo.

Por causa de Padre Pio, o Padre Victor e sua paróquia com quase 350 pessoas decidiram se tornar católicos. Hoje pertencem ao rito greco-católico da Romênia. Suas vidas foram transformadas, mas, como o Padre Pio viveu numerosas dificuldades, eles também haviam de provar a sua nova fé.

Em uma recente entrevista em Padre Pio TV, Victor Tudor conta que tiveram “numerosas dificuldades” para ser católicos, pois a conversão neste país ortodoxo com um passado comunista era bastante complexa. Problemas com os políticos, a polícia etc..

UM NOVO TEMPLO NA ROMÊNIA

Não desanimaram e apesar dos impasses decidiram ir, inclusive, mais adiante, construindo uma Igreja dedicada ao Padre Pio. O templo já está praticamente construído e isso foi outro milagre do santo capuchinho.

Os fiéis, em grande gesto de humildade, colaboraram na construção. Enquanto isso, celebravam as missas na rua, apesar da gélidas temperaturas do inverno. Tudo isso somado aos enormes obstáculos burocráticos. O padre Victor, desesperado acudia ao seu Bispo diante de tantos problemas e este sempre lhe respondia: “isto é de Deus e todas essas coisas se resolverão”. Assim, de repente um bispo pagou para eles o terreno da Igreja. Iam acontecendo feitos extraordinários, que pouco a pouco favoreciam a construção.

Apesar disso, o padre Victor recorreu a Roma junto ao seu irmão para pedir também ajuda para esta igreja. Ali se encontrou com outro bispo ao qual contou seus problemas. “Qual será o padroeiro da sua Igreja?”, lhe perguntou o prelado. Depois de responder que seria o Padre Pio, este bispo sorriu e lhe tranquilizou dizendo que “o Padre Pio lhe fará a Igreja sozinho”.

O HOSPITAL DEDICADO AO SANTO

Agora o templo já é uma realidade e para o padre Victor é outro milagre. “Senti que o Padre Pio ajudou a mim, a meus fiéis e em outros países e Igrejas. É um sinal de fé”, afirma.

Ainda assim, este sacerdote romeno não ficou tranquilo e seguindo os passos do santo e pedindo sua intercessão criou um “pequeno San Giovanni Rotondo”, na Romênia, depois de fundar um hospital que atenderá enfermos em fase terminal, gente sem recursos e idosos abandonados. As dificuldades são enormes e falta o dinheiro, mas Victor conta com a intercessão de Padre Pio. Até agora ele não falhou.

Fonte: Religión en Libertad (religionenlibertad.com)
Tradução do Espanhol: Reparatoris Espanhol: Reparatoris

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Cronologia Universal das Mentiras e Sabotagens Protestantes

Por Fernando Nascimento
Fonte: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2011/06/cronologia-universal-das-mentiras-e.html

Uma vez protestante, ensinava Lutero: "Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana)." (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

O teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam (1467-1536), amigo contemporâneo de Lutero, assim chegou a se expressar diante da vil conduta do pai do protestantismo: "Revelarei a todos que mestre insigne és em falsificar, exagerar, maldizer e caluniar. Mas já toda gente o sabe... Na tua astúcia sabes torcer a própria retidão, desde que o teu interesse o requeira. Conheces a arte de mudar o branco em preto e de fazer das trevas luz". (Grisar, Luther, II, 452 e ss, apud Franca, IRC: 200, nota 96)

Diante de tamanho testemunho que comprova a aversão de Lutero à verdade, vejamos então as maiores mentiras e sabotagens históricas protestantes, forjadas ao longo de 500 anos contra a Igreja Católica:

1520 – Inventam a primeira mentira contra o celibato: Lutero no final de 1520, fez uso de uma notória fábula para macular o bispo Ulrich, de Augsburg, publicando-a em Wittemberg com seu prefácio. Essa publicação pretendia ser uma efetiva arma contra o celibato dos padres e religiosos. Nessa carta o bispo Ulrich é representado narrando como cerca de 3000 (de acordo com outros, 6000) cabeças de crianças que teriam sido descobertas num reservatório de água do convento de freiras de São Gregório em Roma. (...) (Jerome) Emser desafiou Lutero a publicar essa questionável carta, e ele respondeu que não confiava muito nela. (sic!) Todavia, graças a seu patrocínio, a fábula pôde continuar sua destruidora carreira e foi zelosamente explorada. (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960 pág. 177).

1525 – Adulteram a Bíblia colocando o termo “significa” onde Jesus diz que “É” seu corpo: o reformador suíço Zuinglio muda a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia: onde os Evangelhos e São Paulo dizem "isto é o meu corpo", o heresiarca traduz por "isto significa o meu corpo"! A respeito, comenta outro protestante: "Não é possível de modo algum excusar este crime de Zuinglio; a cousa é por demais manifesta;(...) ." (Conr. Schluesselburg, Theologia calvinista, Francofurte, a M. 1592, 1. 2, f. 43 b.), escreve ainda o mesmo autor: "Não o podeis negar nem ocultar porque andam pelas mãos de muitos os exemplares dedicados por Zuinglio a Francisco, rei de França, e impressos em Zurique no mês de março de 1525, in 8o. Na aldeia de Munder, na Saxônia, no ano 60 eu vi na casa do reitor do colégio, Humberto, não sem grande maravilha e perturbação, exemplares da Bíblia alemã, impressas em Zurique, onde verifiquei que as palavras do Filho de Deus haviam sido adulteradas no sentido dos sonhos de Zuinglio. Em todos os quatro lugares (Mt., 26; Mc., 14; Lc., 22; I cor., 11) em que se referem as palavras da instituição do Filho de Deus, o texto achava-se assim falseado: Das bedeutet meinen Leib, das bedeutet meinen Blut, isto significa o meu corpo, isto significa o meu sangue." (Conr. Schluesselburg, op. cit. f. 44 a.) (citações em padre Leonel Franca, op. cit., pág. 211).

As posteriores edições protestantes foram impressas corrigindo essa sabotagem de Zuinglio, que foi inclusive denunciado por Lutero, pois Lutero levantou-se contra o tal dizendo: ” ’é’ não pode ser traduzido por 'significa'”. (Uma Confissão a respeito da Ceia de Cristo - Von Abendmahl Christi, Bekenntnis WA 26, 261-509, LW 37. 151-372, PEC 287-296. - SASSE, H. Isto é o meu Corpo, p. 107).

Infelizmente, por causa do estrago causado pela falsificação de Zuinglio, a maioria dos protestantes continuam a ensinar erroneamente que o pão e o vinho consagrados, “significam” o corpo e sangue de Cristo. Sendo assim eles comem e bebem indignamente a própria condenação, como bem diz as Escrituras: “Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor." (1Cor 11, 28-29)


1540 – plantam a mentira que a Igreja é contra a ciência: um pastor protestante sabotou a obra do padre Copérnico sobre o heliocentrismo, em sua dedicatória ao Papa. Isso ajudou os protestantes mais tarde a propalarem falsamente que os papas eram contra o heliocentrismo. Naquele ano, o astrônomo Rheticus enviou para publicação o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus ("As Revoluções"), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em leito de morte, em 1543. Provavelmente não teve consciência de que o seu prefácio, dedicado ao Papa Paulo III, fora substituído por outro, anônimo, de Andreas Osiander (1498-1552), um pastor Luterano interessado em Astronomia, em que insistia sobre o caráter hipotético do novo sistema. Esse pastor também modificou o nome da obra para De Revolutionibus Orbium Coelestium ("As Revoluções do Orbe Celeste"). No livro, que tinha o texto já aprovado pelo Papa, Copérnico declarava e provava matematicamente que a Terra cumpria "uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta”. Fonte:http://www.euniverso.com.br/Cult/Mestres_e_artistas/Copernico.htm
Essa dedicatória omitida, acaba por colaborar com a falsidade que circula até hoje dizendo que os Papas eram contra a ciência. Não existiria essa falsidade se o prefácio da obra de Copérnico não tivesse sido criminosamente removido na gráfica por um pastor luterano.


Quem na verdade era contra Copérnico e a ciência, a qual chamava de “razão”, era Lutero, que assim se expressava: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol.” - Lutero deu de ombros -“Lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).

Deste modo Lutero via a ciência: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto (sic), joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

Hoje o que vemos, são alguns protestantes e outros inimigos da Igreja, desonestamente querendo inverter os papéis, a caluniar que a Igreja é que é a “inimiga da ciência”. A história universal advoga contra estes.

1546 – Forjam a mentira da fixação das teses de Lutero: após a morte de Lutero, Melanchthon inventa a lenda em que Lutero teria fixado 95 teses contra a Igreja, no pórtico da igreja do castelo de Wittenberg. Os historiadores Gottfried Fitzer, Erwin Iserloh e Klemens Houselmann negam que isso tenha ocorrido. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada a notícia da afixação das teses. Não é encontrado, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato. Lê-se apenas: "No Ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg-sobre­ o Elba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porem modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém." Ou seja, aquilo não passava de reles tese estudantil que até defendia o Papa, mas com alguns erros teológicos cometidos pelo autor, que foi em pouco tempo corrigido. (FITZER, Gottfried. Was Luther wirklich sagte, Verlag Fritz Molden, Wien-Muchen-Zurique, 1968.)

1546 – Plantam a mentira “a Igreja vendia lugares no céu”: esse embuste acusava o Papa de estar vendendo indulgências para construir a Basílica de São Pedro. Tudo falsidade que se desfaz mediante simples leitura das teses de Lutero, especialmente a de nº 50, que diz: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.” As acusações de que o perdão dos pecados foi vendido por dinheiro, independentemente de contrição, ou que a absolvição de pecados a ser cometidos no futuro poderiam ser comprados são infundadas. (Paulus, "Johann Tetzel", 103). Tetzel ", 103).

O que aconteceu de fato em 1517, foi a desobediência de um monge isolado, numa distante cidade alemã, longe do conhecimento do Papa em Roma, que teria cobrado pelas indulgências que são dadas gratuitas pela Igreja. Este monge era o Johann Tetzel, o mesmo foi punido disciplinarmente e morreu de desgosto adiante, inclusive sendo consolado magnanimamente por Lutero que antes o havia injustamente acusado de ter dito que uma indulgência comprada perdoaria até quem “violasse a mãe de Deus.”

Uma outra falsa frase que ilustra ainda hoje panfletos difamatórios diz: "Tão logo o dinheiro no cofre tilintar, a alma do purgatório sairá voando". A Bula Papal de indulgência não deu qualquer sanção para essa proposição. Foi uma opinião escolar vaga, refutada em 1482, e novamente em 1518, e certamente não é uma doutrina da Igreja, que foi assim indevidamente apresentada por difamadores como “verdade dogmática”. (consulta: Ludwig von Pastor , A História dos Papas, a partir do final da Idade Média, Francisco Kerr Ralph, ed., 1908, B. Herder, St. Louis, Volume 7, pp 347-348.)

1553 – Inventam a mentira que a Igreja proibiu a Bíblia: essa mentira dá conta que, o Papa Júlio III teria convocado três bispos que teriam optado por proibir a leitura da Bíblia visando “manter” a autoridade da Igreja. O autor desta farsa foi Pier Paolo Vergério (1498-1565), um protestante, grande inimigo da Igreja. O falsário na época, deu um jeito de colocar tal falsidade escrita dentro da Biblioteca Nacional de Paris, para dar-lhe ares de veracidade.

Recentemente o apologista católico Oswaldo Garcia deu-se ao trabalho de verificar isso junto àquela biblioteca e recebeu a seguinte informação: "O texto que procurais é uma crítica em estilo satírico, dirigida ao Papado e publicada em 1553 com o título "Consilium quorumdam apiscoporum Bononiae Congregatorum quod de ratione stabiliendae Romanae Ecclesiae Iulio III P.M. datum est". O seu autor Pier Paolo Vergério (1498-1565) Bispo de Modruch, e, depois, de Capo d'Istria, aderiu posteriormente à reforma protestante em 1549 aproximadamente, põe em cena Bispos que prestam conselho ao Papa Júlio III sobre a maneira de restabelecer a autoridade pontifícia". Às pessoas que interpelam esta instituição a respeito da autenticidade do documento, a biblioteca tem respondido: "É impossível que tal documento seja obra de alguma autoridade da Igreja Católica." Por sugestão do Garcia, esta informação foi publicada na revista "Pergunte e Responderemos" de novembro/2006, n. 533.

Veja, agora, uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar essa lenda que apregoa que a Igreja seria contra a Bíblia:

"Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las... Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero ... devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação"(The publisher of the Cologne Bible [1480] ).

Bibliografia:
- Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée [...] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857

- Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l'Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.

1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros : "... O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, ...Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus , ... , Sabedoria e Eclesiástico, ... Baruque, ..."

Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos.

Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico eBaruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo: http://prodigi.bl.uk/treasures/gutenberg/search.asp

Você poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879.

1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judithe, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16.

1685 – Criam a lenda de que o protestantismo teria surgido no dia da falsa fixação das teses de Lutero: como seria possível isso se Lutero ainda era católico e defendia o Papa naquelas teses, dizendo entre muitos outros muitos elogios: “Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.”(Tese nº 9).
Na verdade, foi ao final do século XVII, contexto da expansão militar de Luís XIV (que revogou o Édito de Nantes em 1685), que se começou a celebrar nos meios protestantes o dia de lançamento das teses de Lutero como um “marco de ruptura” com Roma. (Alexander Martins Vianna, Professor do Departamento de História da FEUDUC-RJ).

1819 – Caluniam que um “padre” traduziu a bíblia protestante para o português: no maior “conto do vigário” da história, João Ferreira de Almeida, um protestante adolescente de 16 anos de idade, de origem portuguesa (que não era padre coisa nenhuma, mas usava esse título para ganhar credibilidade), afirmava ter feito a primeira tradução em língua portuguesa da Bíblia, diretamente dos originais em hebraico e grego, o que não é verdade.

Este, nunca teve a mão os originais da bíblia, mas, escritos do séc. XVI. Também valeu-se de traduções católicas em vários idiomas, como atesta a Enciclopédia Wikipédia: “João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução, as versões: Latina (de Beza), Francesa [Genebra, 1588] e Italiana [Diodati 1641] - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade.”http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ferreira_de_Almeida

A tradução do NT do adolescente João Ferreira tinha tanto erro, que os revisores passaram quatro anos tentando corrigir o que ele fez em menos de um. Ele morreu em 1691, sem completar o VT, e outro continuou a desastrada missão. Antes de morrer, João Ferreira publicou uma lista de mais de mil erros em seu Novo Testamento, e Ribeiro dos Santos afirma serem mais. (Ribeiro dos Santos foi um importante historiador do protestantismo brasileiro. Ele era pastor presbiteriano).

Só em 1819 a bíblia completa de João Ferreira de Almeida foi publicada em um só volume pela primeira vez, com o título: “A Bíblia Sagrada, contendo o Novo e o Velho Testamentos, traduzida em português pelo Padre João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Santo Evangelho em Batávia.(...)” .

Note que 128 anos depois da morte de João Ferreira, o continuaram chamando de “padre” no prefácio para agregar credibilidade a tal bíblia errática. Esta edição foi mais tarde reimpressa com a ressalva: “EDIÇÃO REVISTA E CORRIGIDA”, e depois novamente com: “ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL”. Tais avisos significam, em bom português, que as edições anteriores estão sempre erradas.

1836 – Inventam a “Noite de São Bartolomeu” contra a Igreja: o alemão Giacomo Meyerbeer (1791- 1864 ) forja em 1836, uma ópera intitulada “Les Huguenotes” onde numa farsa musical, atribui a morte de protestantes (chamados huguenotes), envolvidos em brigas políticas como os reis em 1572, à Igreja Católica. Deram a esse episódio político o nome de “Noite de São Bartolomeu”, para sutilmente o vincularem a Igreja. Porém, não foi a Igreja e nem o Papa, e nem o alto clero francês que determinaram aquele massacre. Seria preciso lembrar que, antes, os protestantes haviam feito outros massacres de católicos, assassinado o Duque Francisco de Guise, destruído igrejas e profanado muitas vezes hóstias consagradas e destruído imagens. Os huguenotes eram uma bem pequena fração dos franceses, mas nessa minoria ínfima, se contavam inúmeros príncipes e personagens muito importantes que armavam os protestantes. Nesta tardia ópera, forjada 264 anos após os fatos, Meyerbeer vergonhosamente colocava o cardeal de Lorena, que no momento do massacre estava em Roma, a abençoar em Paris os punhais destinados à matança. Se a Igreja Católica de fato tivesse tido parte nisto, em 1593, o líder protestante huguenote, Henrique IV, que escapou do citado massacre, não teria se convertido voluntariamente e definitivamente ao Catolicismo. Consultas: DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologética Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429; Enciclopédia Microsoft Encarta 99.

1858 – Inventam a mentira que as doutrinas católicas têm origens pagãs: o ministro protestante escocês Alexander Hislop, publica o mentiroso livro "A Duas Babilônias", onde alega que a religião da antiga Babilônia, sob a liderança do Nimrod e sua esposa, recebeu mais tarde disfarces de sonoridade cristã, transformando-se na Igreja Católica Apostólica Romana. Com efeito, existiriam duas "Babilônias": uma antiga e outra moderna (a Igreja Católica). É deste livro que dimanam os insultos protestantes que caluniam que as doutrinas católicas são pagãs, desde a hóstia até a celebração do Natal. Ainda hoje os vemos com tal insulto na ponta da língua.

Recentemente, o pastor, Ralph Woodrow, escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substitui seu livro que se baseava nas mentiras de Alexander Hislop. Aponta Ralph Woodrow: "É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente.” (Confira em: http://www.ukapologetics.net/1hislopbaby.html )
Para entender as doutrinas católicas, bastava estudarem a Bíblia e a Patrística.

1883 – Forjam um sanguinário juramento e os atribuem aos jesuítas, para posar de perseguidos ao mundo: o escritor francês Charles Didier (1805-1864), forja em seu livro “Rome Souterraine”, um sanguinário “juramento” atribuindo-o aos jesuítas. Esse falso juramento, ainda mais carregado de brutalidades, continua sendo amplamente usado pelos protestantes em apostilas e na internet. No ano de 1912 no estado da Pensilvânia-EUA, eles o utilizaram alterado para ganhar uma eleição estadual contra o democrata católico, Eugene C. Bonniwell. Para ver a investigação que desmascarou a farsa, acesse:http://fimdafarsa.blogspot.com/2011/06/o-juramento-dos-jesuitas-refutado.html


1962 – Reúnem todas as calúnias e lançam o livro “Catolicismo Romano” repleto de falsidades: o protestante presbiteriano Loraine Boettner (1901-1990), lança o livro “Catolicismo Romano” que era conhecido como “A bíblia do Anti-catolicismo”. O livro continha quatrocentos e cinqüenta páginas com todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Ainda hoje muitos protestantes fazem uso das falsidades constante naquele livro. O ministro protestante Scott Hahn distribuiu este embuste. Scott Hahn converteu-se ao catolicismo, provando ser o conteúdo do livro uma farsa. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos. O seu testemunho pode ser acessado aqui:http://www.legiomariae.kit.net/Canais/Apologetica/Protestantismo/testemunhoscot.htm


1963 – Aliam-se aos comunistas para injuriosamente fazer da Igreja Católica cúmplice do nazismo: o protestante Rolf Hochhuth, para macular o Papa Pio XII escreve a peça “O Vigário” (1963), onde criminosamente põe o Papa como colaborador de Hitler. Essa farsa culminou mais tarde no livro de John Cornwell, "O Papa de Hitler" (1999). Foi tudo de cabo a rabo uma criação da KGB. A operação foi desencadeada em 1960 por ordem pessoal de Nikita Kruschev. Pacepa foi um de seus participantes diretos. Entre 1960 e 1962 ele enviou a Moscou centenas de documentos sobre Pio XII. Na forma original, os papéis nada continham que pudesse incriminar o Papa. Maquiados pela KGB, fizeram dele um virtual colaborador de Hitler e cúmplice ao menos passivo do Holocausto. (leiam a história inteira aqui: http://www.nationalreview.com/articles/219739/moscows-assault-vatican/ion-mihai-pacepa ).
Desmoralizando estes difamadores: Albert Einstein (1879-1955), um refugiado do nazismo, e a primeira-ministra israelense Golda Meir (1898-1978), por exemplo, expressaram publicamente sua gratidão ao Santo Padre por salvar judeus do genocídio. Explicou à agência Zenit Gary L. Krupp, presidente da Fundação Judaica Pave The Way (PTWF): “Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial.” (Fonte: http://www.zenit.org/article-18780?l=portuguese )

2003 – Lançam o filme “Lutero” recheado de mentiras e omissões: vendo o protestantismo definhar, tentam no cinema reabilitar Lutero, num tributo fantasioso ao pai da revolta protestante. Pois ainda que seus idealizadores tenham deixado de retratar fielmente a vida atribulada de Lutero, movidos claramente pela ideologia apaixonada que visou a reabilitação pública do monge alemão e o bem da Igreja luterana, usaram e abusaram do princípio escandaloso proposto pelo próprio Lutero: mentir a vontade, sem remorso, dizer boas e grossas mentiras! De antemão se sabia que o filme seria tendencioso, pois fora patrocinado por um fundo luterano milionário – Thrivent – bem como pela Federação Luterana. Mas o resultado ultrapassou em muito as piores perspectivas:

Do soberbo Lutero fizeram um religioso humilde, quando aquele na verdade dizia: "Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer". (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).

Do infiel Lutero, fizeram um homem leal, quando aquele dizia: "Eu tive até três esposas ao mesmo tempo." (Lutero). Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira. (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l'heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi - Daniel Raffard de Brienne 1983).

Do assassino Lutero, fizeram um santo, quando aquele dizia: "Eu, Dr. Martim Lutero, durante a rebelião matei todos os camponeses, porque fui eu quem ordenou que eles fossem mortos. Todo o sangue deles está sobre minha cabeça. Mas eu o ponho todo sobre Deus Nosso Senhor; pois foi ele quem assim me mandou falar!" ("Tischredden", Ed. Erlangen, Vol. 59, p. 284)

Jesus edificou Sua única Igreja sobre Pedro apóstolo (Mateus 16,18), nos ensinou que o Diabo é o pai da mentira (João 8,44), e príncipe deste mundo (João 12,31; 14,30; 16,11). Também nos ensinou que Ele, Jesus, é a verdade o caminho e a vida (Jo 14, 6), que sua Igreja é a coluna e fundamento da verdade (1 Timóteo 3,15) e que seu reino não é desse mundo (Jo 18, 36).

Não sendo o reino de Jesus deste mundo e Sua Igreja nesse mundo, a coluna e fundamento da verdade que conduz a Seu Santo reino, é natural que o Diabo, príncipe deste mundo, atue por meio da mentira contra a Igreja, usando os mais inesperados meios para que as almas a odeiem e neste mundo permaneçam para sempre.

Isto se confirma pelo que você acabou de ler. Observe que são exatamente essas mentiras e sabotagens históricas que moldam o DNA do protestantismo, que passa muito longe de ter sido uma revelação divina.

Deus tenha piedade!